4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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MMA promove Curso de Recursos Naturais e Agroextrativismo no PA.


Objetivo é formar profissionais para atuar em áreas atendidas pelo Programa Bolsa Verde 

DA REDAÇÃO

O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Federal do Pará (IFPA) Campus Castanhal, estão selecionando, por meio de Edital, profissionais para o Curso em Gestão dos Recursos Naturais e Agroextrativismo na Amazônia Paraense. O Curso tem como objetivo formar profissionais em caráter interdisciplinar, para estarem aptos a atuar na área de Gestão de Recursos Naturais. As inscrições podem ser feitas até a próxima quarta-feira (06/11) pelo endereço eletrônico belem@iieb.org.br.

O público esperado é de 120 pessoas, entre profissionais de nível médio (formação técnica) e superior nas áreas de ciências agrárias, humanas e sociais, que atuem diretamente em campo com os agricultores familiares e populações agroextrativistas na Amazônia Paraense. Para participar é preciso possuir experiência mínima de um ano com formação e/ou assessoria a agricultores familiares e populações agroextrativistas na Amazônia, bem como ter disponibilidade de tempo para participar de todas as atividades de formação e ter acesso à internet para poder receber/enviar os materiais de formação não presencial.

O curso será realizado nos municípios paraenses de Belém, Santarém e Bragança, nos meses de novembro e dezembro e busca refletir sobre os processos formativos, a partir das realidades das comunidades rurais e seus territórios nas regiões abrangidas pelo Programa Bolsa Verde na Amazônia Paraense. Além de construir conhecimentos práticos das agriculturas de base ecológica, manejo sustentável dos recursos naturais, gestão e administração de estabelecimentos familiares e organização sociopolítica das comunidades.

Para participar, é necessário enviar a ficha de inscrição (disponível no edital de seleção), currículo (resumido) e declaração de despensa (em caso do candidato estar vinculado a alguma organização). A etapa não presencial do curso terá início no dia 11 de novembro, já a presencial, começa no dia 21, em Belém.

Mais informações nos endereços www.iieb.org.br ou www.castanhal.ifpa.edu.br

Sema e Ufba realizam curso de Ecologia da Paisagem Aplicada a Gestão Ambiental.


15.04.13 – A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba) promovem, entre os dias 22 e 26 de abril, o curso Ecologia da Paisagem Aplicada a Gestão Ambiental. Voltado para técnicos da Secretaria, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), mestrandos e doutorandos dos programas de pós-graduação da universidade, o objetivo do curso é promover a formação complementar de técnicos do Sistema Sema e sua interação com a universidade. As atividades ocorrerão das 8h30 às 18h, no Instituto de Biologia da Ufba, campus de Ondina.

De acordo com a diretora de Estudos Avançados em Meio Ambiente da Sema, Kitty Tavares, a parceria com a Ufba tem-se revelado um importante espaço de formação do quadro técnico da Sema. “Isso se reflete tanto no que concerne à atualização, quanto pela interação entre servidores públicos e estudantes dos programas de mestrado e doutorado, promovendo o intercâmbio de conhecimentos profissionais e acadêmicos”, avaliou.

A atividade integra o Acordo de Cooperação Técnica Sema-Ufba, firmado em 2012, que é coordenado pela Diretoria de Estudos Avançados em Meio Ambiente (Deama) e pelo Mestrado Profissional em Ecologia da Ufba. No ano passado, foram realizados quatro cursos de formação: Ecologia de Ecossistemas Aplicada à Gestão Ambiental; Restauração de Matas ciliares e áreas degradadas; Gestão da Biodiversidade aplicada a Gestão Ambiental; e Serviços Ecossistêmicos e Ecologia da Restauração em Matas Ripárias, que reuniu mais de 100 participantes.

O curso Ecologia da Paisagem Aplicada a Gestão Ambiental será ministrado pelo professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor em Ecologia pela Universidade de São Paulo (USP), e presidente da IALE-BR (capítulo brasileiro da Associação Internacional de Ecologia de Paisagens), Danilo Boscolo, e pelo doutor em Ecologia pela USP, Luciano Elsinor Lopes.

Informações e inscrições pelo e-mail deama@sema.ba.gov.br ou no telefone (71) 3115-6980.

Fonte: Ascom/Sema

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte Final


A QUESTÃO ECONÔMICA E AS NORMAS ISO 14000

A sigla ISO significa Organização Internacional para Normalização (International Organization for Standardization ). Essa organização está localizada em Genebra, na Suíça, e foi fundada em 1947. Trata-se de uma referência à palavra grega ISO, que significa igualdade.

O propósito da ISO é desenvolver e promover normas e padrões mundiais que traduzam o consenso dos diferentes países do mundo de forma a facilitar o comércio internacional. A ISO tem 119 países membros. A série de normas ISO-14000 é fruto do trabalho do Comitê Técnico TC-207 da ISO.  O Brasil faz parte da ISO, como sócio fundador, através da ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. A ISO é uma grande família que possui diversas normas como por exemplo: NBR ISO 14001, NBR ISO14004, NBR ISO 14010, NBR ISO 14011e a ISO 14001 (enfoque ambiental).

ISO 14001- Sistema de Gestão Ambiental

Esta norma fornece informações para a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental a partir da identificação e priorização dos aspectos e impactos ambientais da empresa. É a única norma da série ISO 14000 que permite a empresa receber um certificado ambiental. O ciclo mostrado abaixo é o "Ciclo do PDCA", iniciais das palavras inglesas Plan (planejar), Do (fazer), Check, (checar, avaliar) Act (agir para a melhoria). O ciclo do PDCA é muito utilizado nos processos de implantação do Gerenciamento pela Qualidade Total - GQT.

Elaboração da ISO-14000

Com o apoio de diversos setores da economia brasileira, o GANA - Grupo de Apoio à Normalização Ambiental, criou em 1994, as principais atribuições no processo de elaboração das normas ISO-14000:

  • Acompanhar as discussões que ocorriam nas reuniões do TC-207;
  • Avaliar como as sugestões e opiniões levantadas nessas reuniões poderiam influenciar na competitividade dos produtos nacionais;
  • Propor alternativas que atendessem aos interesses do Brasil.

Com o desenvolvimento da maioria das normas da série ISO-14000, o GANA - Grupo de Apoio à Normalização Ambiental foi extinto e deu lugar ao Comitê Brasileiro CB-38. A presença brasileira na elaboração da ISO-14000 é muito importante. Essa participação tem colocado o Brasil numa posição respeitável perante o TC-207.

Referências Bibliográficas

  • ABREU, D. Hóspede que te quero verde - Casa da Qualidade Editora, Salvador, 2000.
  • ABREU, D. Os ilustre hóspedes verdes, Casa da Qualidade Editora, Salvador, 2001.
  • ABREU, D. Sem Ela, nada feito! - Educação Ambiental e a ISO-14001, Casa da Qualidade Editora, Salvador, 2000.
  • BOYDEN, S. V. The ecology of a city and its people. Australian National University Press, Camberra, 1981.
  • BRASIL. LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
  • CALLENBACH, E., CAPRA, F., GOLDMAN, L., LUTZ, R., MARBURG, S., Gerenciamento Ecológico. Editora Cultrix, São Paulo, 1993.
  • CAPRA, Fritjof. A Teia da Vida. Ed. Cultrix, 1996.
  • Carta do Cacique Seattle ao Presidente dos Estados Unidos (texto de domínio público distribuído pela ONU).
  • CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Disponível em: http://www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/curiosidades.asp Acesso em: 08 mai 2008.
  • DIAS, G., F. Educação Ambiental – Princípios e Práticas. Editora Gaia. 6ª Ed. São Paulo, 2000.
  • ECO 92. http://pt.wikipedia.org/wiki/ECO-92.
  • Fundação Universidade Federal do Rio Grande; Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental. Prof. Dr. VELASCO, S. Lopez. Perfil da Lei de Política Nacional de Educação Ambiental; 2000. Disponível em: <http://www.remea.furg.br/mea/remea/vol2art3.html>. Acesso em: 08 mai 2008.
  • Greenpeace. http://www.greenpeace.org/brasil/
  • IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - http://www.ibama.gov.br/ecossistemas/home.htm
  • IDEC – Instituto de Defesa do Consumidor - www.idec.org.br
  • JACOBI, Pedro. Meio Ambiente e Educação para a Cidadania: O que Está em Jogo nas Grandes Cidades?, In: A Contribuição da educação Ambiental à Esperança de Pandora. 3ª Edição, Editora Rima. São Carlos/ SP: 2006.
  • MEDINA, Naná Minini. Breve histórico da educação ambiental. In PÁDUA, Suzana Machado & TABANEZ, Marlene Francisca (org). Educação ambiental caminhos trilhados no Brasil. Brasília, Instituto de Pesquisas Ecológicas, 1997.
  • MMA – Ministério do Meio Ambiente Disponível em: http://www.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18. Acesso em: 08 mai 2008.
  • ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro. Editora Guanabara 1985. 434 p.
  • PEDRINI, Alexandre de Gusmão. et al. Educação ambiental; reflexões e práticas contemporâneas. Petropólis, Editora Vozes,1997.
  • PNUD. A escassez de água cria nova injustiça: a exclusão hídrica. Disponível em: <http://www.pnud.org.br>. Acesso em: 08 mai 2008.
  • SENAI – DR BA. (Apostila Gestão e Tecnologia Ambiental). Lauro de Freitas: CETIND, 2005.
Nota de Franklin Oliveira

Meus amigos (as)! Hoje o Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI está chegando ao seu fim. Volto a lembrar que esse é um curso muito interessante, totalmente gratuito e que aborda diversos temas ambientais. No final do curso, você realiza uma avaliação e a depender do seu desempenho você ainda recebe um certificado contendo 14 horas, que pode ser utilizado inclusive para completar as suas horas complementares da faculdade. O curso tem uma carga horária de 14 horas, com prazo de até 30 dias para sua conclusão.

Para realizar este curso ou outros fornecidos pelo SENAI, basta acessar este link: http://www.senai.br/ead/transversais/, clicar em seu estado, realizar o cadastro e escolher o curso.

Espero que vocês que acompanharam as postagens tenham gostado dos assuntos. Não irei postar a avaliação, pois prefiro que todos realizem este curso até mesmo para obterem o certificado. Segue o modelo do meu certificado. 




Obrigado a todos que acompanharam e fiquem ligados porque em breve tem mais.
Qualquer dúvida fiquem a vontade para mim perguntar. Estou sempre disponível!

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 9


Educação para a Qualidade Ambiental

Como você já deve ter percebido ao longo do nosso curso, é inegável a prática da educação ambiental para uma melhoria da qualidade de vida do nosso planeta, certo? Nas empresas, a prática da educação ambiental está diretamente ligada às questões do aumento da competitividade no mercado interno (Brasil) e no mercado externo (outros países). 
Veja a seguir alguns mecanismos e iniciativas de conformidade e atuação com responsabilidade ambiental utilizados na indústria para garantir uma melhoria da qualidade ambiental:

Programa Poluidor Pagador

Este Princípio foi popularizado, em 1975, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico – CECD, que estabelece que o poluidor potencial deve agir de modo a prevenir a poluição e arcar com os custos referentes à remediação e recuperação dos danos decorrentes desta poluição.

Programa de Atuação Responsável (Responsible Care Program)

Este Programa foi criado no Canadá, em 1984, com o objetivo de melhorar a imagem pública da indústria química, acuada pela sociedade em virtude dos fortes impactos ambientais que esta vinha provocando ao meio ambiente. Atualmente, este programa é obrigatório para os membros da Associação das Indústrias Químicas (Chemical Industries Association), baseia-se nos princípios da gestão da qualidade total, incluindo a avaliação dos impactos atuais e potenciais sobre a Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Prevê, ainda, a prestação de informações da empresa a todas as suas partes interessadas. No Brasil, este Programa é gerenciado pela ABIQUIM - Associação Brasileira das Indústrias Químicas.

EMAS = Eco - Management and Audit Scheme

Trata-se da Regulamentação de Gestão e Auditoria Ambiental (EEC N° 1836/93), criada em 1992 e adotada pelos Ministros do Conselho da União Européia em 1993. Os principais requisitos para uma empresa adotar o EMAS são:

  • Declaração de uma Política Ambiental;
  • Realização de uma auditoria ambiental;
  • Implementação de um Sistema de Gestão Ambiental aplicável em todas as atividades desenvolvidas pela empresa;
  • Compromisso com a melhoria contínua de desempenho ambiental.

Mecanismos para garantir melhor qualidade ambiental

Veja abaixo mais alguns mecanismos utilizados na indústria para garantir uma melhoria da qualidade ambiental:

Selos ecológicos

São selos concedidos às empresas que comprovam que estão fabricando e/ou utilizando processos que não causam danos ao meio ambiente. O primeiro selo ecológico surgiu na Holanda, em 1972, mas só na década de 90, quando a questão ambiental começou a ser considerada um diferencial competitivo no mundo dos negócios, é que houve o maior incentivo para a criação destes selos em diversos países.

Protocolo Verde

Este Protocolo foi publicado pelo Ministério do Meio Ambiente em 1995. Seu objetivo é incorporar a variável ambiental no processo de gestão e concessão oficial de créditos e benefícios fiscais às atividades produtivas. Os bancos devem adotar sistemas internos de classificação de projetos que levem em conta o impacto ambiental e suas implicações em termos de risco de crédito. O BNDS, Banco do Brasil, BASA, BNB, CEF já vêm atuando dentro dos Princípios do Protocolo Verde.

Produção Limpa

Os princípios da Produção Limpa (Clean Production) surgiram nos anos 80, como proposta da organização ambientalista internacional Greenpeace, na campanha para mudança mais profunda do comportamento industrial. A boa idéia ganhou maior visibilidade, a partir de 1989, quando o PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente criou o programa de Produção Mais Limpa.

Os Programas de Produção Limpa já vêm sendo amplamente disseminados no mundo e já existem cerca de 30 Centros de Produção Limpa criados com o apoio da UNIDO/UNEP envolvendo muitos países e organizações. O CNTL - Centro de Tecnologias Limpas foi o primeiro Centro deste tipo criado no Brasil. Sua implantação, em julho de 1995, foi fruto de um convênio com a UNIDO/UNEP e o Ministério das Relações Exteriores, em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, estado onde este centro está localizado. O site do CNTL é: http://www.rs.senai.br/cntl.

Existem também Núcleos de Produção Limpa no Brasil sediados em diversos estados brasileiros os quais atuam em conjunto com universidades e empresas, formando uma rede voltada para a disseminação destes programas no Brasil. Nesses Programas, procura-se investigar as causas da geração dos resíduos, substituindo a pergunta convencional usada na gestão de resíduos: "Como se podem tratar os resíduos?" pela pergunta "De onde vêm os resíduos e por que eles se formam?"

Nota de Franklin Oliveira

Bem pessoal, hoje o Sou Eco passou para vocês algumas ações e boas práticas de educação ambiental nos mais conhecidos estabelecimentos (escola, bairro, empresas). São ações que devemos levar e aplicar onde formos. Conhecemos alguns mecanismos para garantir a melhoria da qualidade ambiental como: o Programa Poluidor Pagador, onde o poluidor deve arcar com custos para recuperar os danos causados diante as suas atividades, o Programa de Atuação Responsável, com o objetivo de melhorar a imagem pública da indústria química e a EMAS, que Trata-se da Regulamentação de Gestão e Auditoria Ambiental. Em seguida falamos sobre alguns mecanismos utilizados na indústria, como: os Selos Ecológicos, Protocolo Verde e a Produção Limpa.

O curso está em sua reta final, aqui já abordamos assuntos muito importantes e amanhã, iremos falar sobre a norma ABNT NBR ISO 14001, que trata do Sistema de Gestão Ambiental e também vamos conhecer o que significa o PDCA. Então até amanhã e uma ótima leitura a todos.

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 8


AÇÕES PARA CONSCIENTIZAÇÃO E
PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Apresentaremos agora dicas e ações para a prática de educação ambiental nas empresas, escolas, bairros e ambientes domésticos.

Boas práticas nas empresas


No segmento industrial, as empresas vêm sofrendo grandes pressões em relação às questões ambientais, em função da Norma Internacional Ambiental ISO-14001. Um Programa de Educação Ambiental numa empresa deve ser contínuo e permanente, constituído de várias etapas. O ideal é adotar um programa que, além de promover a sensibilização dos empregados para as questões ambientais, possa igualmente oferecer suporte na implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) das empresas. Um bom exemplo de programa de Educação Ambiental na empresa é a realização da coleta seletiva que beneficia uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis.

Boas práticas nos bairros


Qualquer atividade sobre Educação Ambiental, quando direcionada a bairros ou comunidades, tem que considerar a história, a cultura e os costumes do local. O teatro, as gincanas, os festivais, os shows musicais e as campanhas podem ser recursos interessantes para divulgar as boas práticas ambientais. O ideal é envolver a comunidade na criação de ideias, personagens e símbolos, que devem estar de acordo com a realidade local. Oficina de vídeos, envolvendo a participação de todos é também uma excelente alternativa.

Boas práticas nas escolas


Nas escolas, tanto por exigência da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) quanto da nova Política Nacional de Educação Ambiental, os conteúdos de Educação Ambiental deverão ser integrados ao currículo através do que se chama "TRANSVERSALIDADE", isto é, "atravessando" as diversas áreas do conhecimento, de forma a criar uma visão global e abrangente da questão ambiental. No caso da Educação Ambiental, o profissional deverá estimular a aplicação do conhecimento de diversas disciplinas para análise de uma situação, considerando a dimensão cultural e natural do local, visando à transformação da realidade em benefício do meio ambiente.

Boas práticas no ambiente doméstico


Uma forma de garantir que seus filhos se tornarão futuros cidadãos, alinhados às novas tendências mundiais é informá-los sobre a Educação Ambiental. Explique a todos por que é importante não desperdiçar a água, energia e papel. Informe para onde vai o lixo que é gerado na sua casa e por que é importante reduzi-lo, assim como fazer a coleta seletiva doméstica. Se existir espaço para cultivar algumas plantas, incentive as pessoas a aproveitarem os restos de alimento como adubo.

Leve filmes educativos para casa e assista-os com sua família. Existem filmes interessantes disponíveis em bibliotecas ou em órgãos públicos. Alguns canais de televisão já oferecem também algumas opções de programas educativos relacionados com a questão ambiental. Diante das Ações para conscientização e prática da Educação Ambiental, pode-se afirmar que a educação ainda é o melhor meio de conscientizar as pessoas de que o meio ambiente precisa de cuidados.

Estratégias devem ser adotadas para a sustentabilidade como, por exemplo, parcerias de intercâmbio de informações entre municípios e compromissos de cooperação com governos locais. Estes devem levar em conta, principalmente, as especificidades e as características particulares de cada localidade, de cada cidade, e planejar o que deve ser desenvolvimento sustentável em cada uma dessas localidades. Clique no link abaixo e veja um exemplo de boas práticas ambientais: Ideia Luminosa - Lâmpadas de Água

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 7


AGENDA 21


A Agenda 21 é um plano de ação para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do Sistema das Nações Unidas, governo e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana traz consequências para o meio ambiente. Constitui-se na mais abrangente tentativa já realizada de orientar para um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, buscando a sustentabilidade ambiental, social e econômica, em todas as suas ações propostas.Conheça um pouco mais sobre a Agenda 21 clicando aqui.

Fases da Educação Ambiental

O desenvolvimento da Educação Ambiental no planeta surgiu com os principais eventos e iniciativas relacionados com a proteção ambiental. Veja como isso aconteceu:

  • Nos anos 60, o livro “Primavera Silenciosa” da jornalista Rachel Carson provocou um forte impacto sobre a consciência ecológica em diversos países.  A autora realizou uma pesquisa de abrangência mundial sobre os usos e abusos dos agrotóxicos e seus efeitos sobre o meio ambiente. Suas denúncias resultaram em mobilização de organizações não governamentais e pressão sobre as autoridades constituídas.
  • A Conferência de Estocolmo: Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente aconteceu em junho de 1972, em Estocolmo, Suécia. Esta conferência é considerada um grande marco na história por ter chamado a atenção do mundo para a gravidade da situação ambiental. Um dos resultados da Conferência de Estocolmo foi a criação, em 1972, pela ONU, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA (UNEP- United Nations Environmental Program).
  • Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio: Esta Convenção, realizada em março de 1985, teve como objetivo discutir os mecanismos necessários para proteger a saúde humana e o meio ambiente contra os efeitos adversos, resultantes das modificações da camada de ozônio, estabelecendo medidas e desenvolvendo protocolos com este propósito. Como resultado desta Convenção, foi estabelecido o Protocolo de Montreal, de abrangência internacional, lançado em 1987, o qual estabelece diretrizes para controlar as emissões de substâncias que destroem a camada de ozônio tais como aquelas que contêm CFCs - Cloro Flúor Carbonos nas suas composições. Diversos países se comprometeram com o que foi estabelecido neste Protocolo, inclusive o Brasil.
  • Conferência Rio-92 ou ECO-92: Conhecida também com Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ou a Cúpula da Terra, foi realizada em junho de 1992. Na oportunidade estiveram presentes delegações nacionais de 175 países. A Conferência foi audaciosa ao permitir uma grande participação de organizações não governamentais (ONGs), que passaram a desempenhar um papel fiscalizador e pressionar os governos para o cumprimento dos compromissos firmados neste evento. Para saber mais sobre a Conferência Rio-92, acesse este link.

  • A Instituição da Política Nacional de Educação Ambiental: Em 27/04/99, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, sancionou a lei que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

O projeto de lei, de autoria do ex-deputado Fábio Feldman, tramitou no Congresso Nacional por seis anos. No processo de elaboração da lei, foram consultadas mais de trezentas entidades de todo o país, entre universidades, secretarias estaduais de meio ambiente e organizações ambientalistas.

Nota de Franklin Oliveira

Bem pessoal, hoje tratamos de alguns assuntos que já são bastante conhecidos por vocês, mais é sempre bom relembrar. Amanhã iremos falar sobre as Ações para Conscientização e a Prática da Educação Ambiental.

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 6


Muito bem pessoal, chegamos ao terceiro dia do Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI e hoje falaremos sobre a Economia de Água, estarei passando algumas Dicas de economia, conheceremos sobre a Economia de Energia Elétrica e entraremos em um dos assuntos mais conhecidos a Agenda 21.

ECONOMIA DE ÁGUA

A água é fonte da vida e indispensável para a sobrevivência de qualquer ser vivo. A captação, o tratamento e distribuição de água são realizados pela empresa de saneamento local. Essa água é distribuída tanto para as áreas urbanas, como para as áreas industriais. 

A atual crise de abastecimento de água promete se estender pelos próximos anos por quase todo o território brasileiro. Por isso é necessário aperfeiçoar o uso deste bem, através de redução do desperdício, mudança de hábitos de consumo e implementação de sistemas de economia. A água é um bem precioso e escasso que pode faltar na cidade, no estado, no país, no continente e no mundo. Não deixe acabar!

Dicas de economia:

  • Reduza o tempo do seu banho. 10 minutos são mais que suficiente. Desligue o chuveiro para passar o xampu e o sabonete. Além de economizar água, você vai ajudar a diminuir também o consumo de energia elétrica.
  • Ao escovar os dentes ou fazer a barba, não deixe a torneira ligada o tempo todo. Abra a torneira apenas quando for enxaguar a boca ou o rosto.
  • Antes de lavar a calçada, varra bem para que o grosso da sujeira seja removido. Não utilize a mangueira. Encha um balde com água para lavá-la. Você vai economizar tempo e o efeito será o mesmo.
  • Para regar as plantas, utilize um regador. Faça isso no período da manhã ou ao entardecer quando o sol não está tão forte e a evaporação é menor.
  • Na cozinha, quando for lavar a louça, abra a torneira só quando for enxaguá-la.
  • Seu carro não precisa tomar banho todo dia como você. Deixe para lavar seu veículo nos finais de semana. Utilize um balde ao invés da mangueira.
  • Verifique regularmente as pias, privadas descargas, válvulas, caixa d'água, tubulações e torneiras.
  • Verifique sua caixa-d'água. Se ela estiver vazando, é sinal de que a bóia está com defeito e precisa ser trocada.
  • Quando verificar vazamentos de água nas ruas da cidade, ligue para o Serviço de Abastecimento e comunique o fato.

Economia de Energia Elétrica

A geração de energia, no Brasil, está baseada na produção pelas usinas hidrelétricas, que dependem da água dos rios para o seu funcionamento. O aumento no consumo de energia implica na necessidade de criação de novas usinas para suprir esta demanda.
As construções de usinas sempre implicam no alagamento de extensas áreas e consequentemente na destruição da natureza, gerando impactos para fauna e a flora, e também para os moradores das localidades onde as mesmas serão construídas. Assim, economizando energia, você está poupando o meio ambiente. Pense nisso!

Veja algumas dicas para a Economia de Energia Elétrica:

  • Chuveiro Elétrico
  • Geladeira/Freezer
  • Lâmpadas
  • Televisão
  • Ferro Elétrico
  • Máquina de Lavar Roupa
  • Ar Condicionado
  • Computador
  • Aquecedor Solar

No ato da compra:

Verifique se o produto tem o SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA que tem por objetivo orientar o consumidor, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria como: geladeira, freezer, ar-condicionado, coletor solar, lâmpada fluorescente compacta e circular.

O PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, também objetiva estimular a fabricação de produtos mais eficientes, contribuindo para a redução de impactos ambientais. Já o Selo CONPET de Eficiência Energética é destinado aos equipamentos consumidores de derivados de petróleo ou de gás natural como fogões, fornos e aquecedores de água a gás. 

Lar ecológico:

Edificações Sustentáveis - Arquitetos podem projetar construções ecológicas, utilizando: madeiras de reflorestamento, energia solar, reaproveitamento da água (principalmente para descargas no vaso sanitário), tecnologia para captação de chuva, camada de terra com vegetação para diminuir o aquecimento interno, sensores de presença para iluminação, ampla ventilação (janelas), tijolos de vidro e telhas translúcidas para aproveitar a luz natural etc. Árvores dão sombra e ajudam a refrescar a casa.

Energia é dinheiro. Não desperdice!

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 5


CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

A diferença entre Preservar e Conservar

Existe uma diferença entre preservar e conservar. Quando preservamos algo, estamos deixando de utilizá-lo, ou seja, não causamos nenhuma interferência. Quando aplicamos o conceito de conservação, partimos do princípio de que se pode utilizar algo ou alguma coisa sem degradá-la, sem estragá-la. Portanto, a conservação ambiental está diretamente ligada às condições da qualidade ambiental de determinado local. A qualidade ambiental é a situação em que se apresenta um determinado ambiente em relação à integridade dos seus recursos ambientais. Muitas vezes, um simples exame visual pode revelar a qualidade ambiental de um lugar. Veja, por exemplo, os dois ambientes abaixo:


Prevenção da Poluição

Você já ouviu falar em Produção Mais Limpa ou P+L?

A Produção Mais Limpa é um valioso instrumento na Prevenção da Poluição e já está sendo adotado por algumas indústrias. Esse conceito propõe a substituição dos processos industriais convencionais, os quais sempre foram desenvolvidos de forma tradicional, por processos cíclicos que imitam a sabedoria da natureza. 

Dessa forma, evita-se assim a geração de resíduos que necessitam ser tratados e obrigam a aplicação das tecnologias de fim-de-tubo - tecnologias que não focam na identificação da causa do problema na fonte, atuando apenas no final do processo produtivo. 
Durante anos, os países desenvolvidos têm usado técnicas de fim-de-tubo (ou “end of pipe”), trabalhando principalmente no tratamento de resíduos e emissões, gerados num processo produtivo. 

Apesar de essas técnicas terem sido efetivas na redução da poluição e, muitas vezes, terem representado a única opção disponível, são ao mesmo tempo, uma abordagem de alto custo e não completamente eficientes. Hoje, muitos países desenvolvidos e as indústrias, ali presentes, buscam utilizar a abordagem da produção mais limpa para reduzir os problemas ambientais. 

A produção mais limpa procura tratar o problema ambiental reduzindo o desperdício durante o processo de produção, ao invés de tratá-lo após o seu surgimento. A grande diferença entre controle de poluição e produção mais limpa é que a primeira aborda o problema depois de seu evento, sendo assim reativa. Enquanto que a produção mais limpa representa uma filosofia de antecipação e prevenção que induz as empresas a se voltarem para a origem de seus problemas ambientais.

Lembre-se que “Prevenir é melhor que remediar”!!!

Descarte de Resíduos Sólidos

A coleta de lixo comercial e domiciliar nas cidades é feita pela empresa de limpeza pública local ou por empresas privadas. Outros tipos de lixo são de responsabilidade do gerador, conforme indicado na tabela abaixo:


As tecnologias aplicadas no tratamento e a disposição de resíduos são conhecidas como "Tecnologias de Fim de Tubo", pois dão ênfase ao resíduo no processo final e não no processo em que estes se formam e onde poderiam ser encontradas as oportunidades para reduzir ou evitar a sua geração. Essas tecnologias tendem a se tornarem ultrapassadas. Apesar de saber que elas ainda continuarão sendo usadas por muito tempo, espera-se que um dia o ser humano consiga finalmente aprender com a sábia natureza, aproveitando todos os seus resíduos.

Em geral, os resíduos sólidos precisam passar por um tratamento antes do seu descarte final. Na maioria das vezes, os resíduos são responsáveis por sérios problemas de contaminação do solo, do ar e dos recursos hídricos, devido ao fato de eles apresentarem, na sua grande maioria, propriedades tóxicas, ou não serem biodegradáveis (não são degradados naturalmente). Quando não são aproveitados e dispostos de maneira incorreta, estes resíduos, que são de responsabilidade das empresas, podem trazer sérios problemas para o meio ambiente.

Ações recomendadas para prevenção da poluição

A disposição ou lançamento do resíduo no meio ambiente é o que existe de menos recomendável no que se refere às ações para o controle de poluição. Não é à toa que essa alternativa encontra-se como última opção na pirâmide hierárquica de ações recomendadas para controlar a poluição.

Mesmo em grandes metrópoles brasileiras, o lixo é depositado em lixões a céu aberto, causando grandes prejuízos ao meio ambiente. Lixo em decomposição gera o chorume, líquido escuro com características altamente poluentes que pode contaminar o solo e as águas subterrâneas. O lixo jogado a céu aberto, sem os devidos cuidados é um perigo para o meio ambiente. Assim, se tiver de depositar resíduos, é recomendável usar um aterro sanitário municipal.


Nota de Franklin Oliveira

Muito bem pessoal, hoje tratamos de assuntos e conhecemos termos que devemos ter bastante atenção. Amanhã iremos falar sobre a Economia de Água, estarei passando algumas Dicas de economia, conheceremos sobre a Economia de Energia Elétrica e entraremos em um dos assuntos mais conhecidos a Agenda 21.

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI - Parte 4


Olá mais uma vez pessoal, ontem damos início ao Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI que realizei e hoje vamos dar continuidade aos assuntos e falaremos sobre A Questão Demográfica e outros aspectos que também compromete o Desequilíbrio Ecológico, os Hábitos de Consumo e suas Consequências e depois entraremos na questão da Conservação Ambiental.

A QUESTÃO DEMOGRÁFICA


A questão demográfica é outro aspecto que compromete o desequilíbrio ecológico. Devido aos índices atuais de degradação em um mundo de 6 bilhões de habitantes, as perspectivas de proteção ao meio ambiente com uma população de aproximadamente 10 bilhões, em um período correspondente a pouco mais de uma geração, não são nada animadoras.

A produção de alimentos não é suficiente para suprir a demanda da população mundial e, na agricultura, a erosão do solo está destruindo as plantações na maioria das regiões agrícolas mais importantes do mundo. Além disso, o manejo inadequado dos projetos de irrigação existentes está afetando de forma negativa as reservas de lençóis de água, causando também problemas de empobrecimento do solo.

Hábitos de Consumo


Os hábitos de consumo em excesso podem ser denominados também de “consumismo”. É a expansão da cultura do “ter” em detrimento da cultura do “ser”. O consumo invade diversas esferas da vida social, econômica, cultural e política. Neste processo, os serviços públicos, as relações sociais, a natureza, o tempo e o próprio corpo humano se transformam em mercadorias. Os indivíduos passam a ser reconhecidos, avaliados e julgados por aquilo que consomem, vestem ou calçam, pelo carro e pelo telefone celular que exibem em público.

A abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial, é considerada, frequentemente, um símbolo do sucesso das economias capitalistas modernas. No entanto, esta abundância passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas, ocasionando sérios desequilíbrios ecológicos.

Hábitos de Consumo

Consequências dos Hábitos de Consumo

A partir do crescimento do movimento ambientalista surgem novos argumentos contra os hábitos consumistas, deixando evidente que o padrão de consumo das sociedades ocidentais modernas, além de ser socialmente injusto, é ambientalmente insustentável.
A crise ambiental mostrou que não é possível a incorporação de todos no universo de consumo em função da grande maioria dos recursos naturais não serem renováveis. O ambiente natural está sofrendo uma exploração excessiva que ameaça a estabilidade dos seus sistemas de sustentação, causando:

  • Exaustão de recursos naturais renováveis e não renováveis;
  • Desfiguração do solo;
  • Perda de florestas;
  • Poluição da água e do ar;
  • Perda de biodiversidade;
  • Mudanças climáticas e etc.

Diante disso, a partir da percepção de que os atuais padrões de consumo estão nas raízes da crise ambiental, a crítica ao consumismo passou a ser vista como uma contribuição para a construção de uma sociedade mais sustentável. Mas como o consumo faz parte do relacionamento entre as pessoas e promove a sua integração nos grupos sociais, a mudança nos seus padrões torna-se muito difícil. Por isso, este tema vem fazendo parte de programas de educação ambiental.

Diante do conteúdo visto nesta aula, você deve ter percebido que as causas do desequilíbrio ecológico estão diretamente ligadas ao aumento da produção industrial. Esse aumento de produção é ocasionado, principalmente, pelo aumento populacional e seu consequente aumento no consumo. E você? Como avalia suas atitudes em relação ao consumo? Pense nisso!

Blog Sou Ecológico - Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI.

Franklin Oliveira

Caros leitores e seguidores do Blog Sou Ecológico. No início deste ano (2012) eu concluir o Curso a Distância de Educação Ambiental pelo SENAI. É um curso muito interessante, totalmente gratuito e que abordar diversos temas ambientais. No final do curso, você realiza uma avaliação e a depende do seu desempenho você ainda recebe um certificado contendo 14 horas, que pode ser utilizado inclusive para completar as suas horas complementares da faculdade. O curso tem carga horária de 14 horas, com prazo de até 30 dias para sua conclusão.

Para realizar este curso ou outros fornecidos pelo SENAI, basta acessar este link: http://www.senai.br/ead/transversais/, clicar em seu estado, realizar o cadastro e escolher o curso.

A partir de hoje, estarei publicando os assuntos abordados neste curso para que todos possam tomar conhecimento destas informações importantes para o nosso dia a dia. No final do curso estarei colocando as bibliografias, ou seja, as fontes de onde os assuntos foram retirados. Espero através dessas postagens, fazer com que vocês leitores conheçam mais sobre temas como: Ecologia, Desequilíbrio Ecológico, Conservação Ambiental, dentre outros. Todos esses assuntos são voltados à proteção ambiental e temos o dever de utilizar essas informações quando necessárias e compartilhar o conhecimento com todos.

Não deixem de acompanhar o Sou Ecológico nas redes sociais e ficar sempre informado (a) das mais diversas informações.

Prontos? Então clique no botão: Ecologia: O Início e vamos começar.

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