4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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Águas do Rio Joanes chegam poluídas na praia de Buraquinho.

O Joanes é o principal rio de uma bacia que é responsável por 40% do abastecimento de água de Salvador.

Amanda Palma (amanda.palma@redebahia.com.br)
09/02/2014 09:22:00
Atualizado em 09/02/2014 09:44:28

Carlos Antônio lembra de quando pescava na região 
há 50 anos (Foto: Mauro Akin Nassor)

Aos 12 anos, quando começou a pescar, Carlos Antônio da Cunha viu na foz do Rio Joanes o seu sustento para a vida inteira. Ele se lembra da água límpida e de como o rio podia ser aproveitado. “As marisqueiras trabalhavam em paz, todo mundo pescava aqui. A gente bebia a água desse rio”, recorda o pescador que hoje tem 63 anos e sofre com a atual situação do rio, na praia de Buraquinho, em Lauro de Freitas, onde ele se encontra com o mar.

Com o olhar triste e revoltado, ele olha para as águas do Joanes, o principal rio de uma bacia que é responsável por 40% do abastecimento de água de Salvador. “Hoje você olha essa água preta, ninguém suporta esse fedor quando a maré baixa”, conta o pescador. “Até desembocar aqui, ele pega esgoto de um monte de lugar”.

O Joanes nasce em São Francisco do Conde e passa por São Sebastião do Passé, Candeias e Camaçari. Ele integra a Área de Proteção Ambiental Joanes-Ipitanga, que abrange ainda os municípios de Simões Filho, Salvador e Dias D’Ávila.

Em Buraquinho, ele encontra com o mar, formando uma paisagem bonita, mas poluída. É justamente em Lauro de Freitas que o rio sofre com a maior poluição, segundo o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Inema).

Das 16 coletas realizadas pelo instituto entre 2008 e 2013 nesse trecho, 11 apontam a qualidade da água como ruim, quatro mostram a água com índice regular e em apenas uma amostra a qualidade é boa.

O Índice de Qualidade das Águas (IQA), que serve de base para a classificação do rio, é baseado em 18 parâmetros, entre eles: temperatura, pH, oxigênio dissolvido, coliformes termotolerantes, sólidos suspensos e sólidos dissolvidos totais. A partir da soma desses fatores, a qualidade do rio pode ser classificada em ótima, boa, regular, ruim e péssima. A escala vai de 0 a 100. 


Ocupação 

O coordenador de monitoramento do Inema, Eduardo Topázio, atribui essa situação à ocupação urbana próximo ao Joanes. “O rio não é uma unidade única. Ele tem a qualidade associada de onde ele está passando e a gente percebe que ele piora à medida que entra nos centros urbanos”, observa. 

Segundo Topázio, outro fator que contribui para a poluição é a falta de saneamento básico, um problema que atinge boa parte de Lauro de Freitas. “O Brasil tem uma cobertura baixa de esgotamento sanitário. E em Lauro de Freitas isso prejudica a qualidade do rio, porque existem muitas ligações clandestinas com a rede pluvial”, diz.

Ipitanga 

Já o secretário do Meio Ambiente de Lauro de Freitas, Marcos Crusoé, atribui a poluição do Joanes a outro rio: o Ipitanga. Os dois se encontram cerca de 800 metros depois que o Joanes chega a Lauro de Freitas, dentro de uma propriedade privada. 

Encontro do Rio Joanes com o mar forma cenário encantador em Buraquinho, mas água é poluída e compromete a vida marinha e a pesca (Foto: Mauro Akin Nassor)

“Você consegue perceber que existe uma linha de divisão. Parece o encontro do Rio Negro e o Solimões. O Joanes chega com a água mais límpida e o Ipitanga, que já entra poluído em Lauro de Freitas, contamina a água”, afirma o secretário.

O Ipitanga marca o limite  entre Salvador e Lauro de Freitas. Ele nasce em Simões Filho e passa por Salvador. “Ele recebe o esgotamento não tratado de São Cristóvão, Mussurunga. Depois passa pelo Centro da cidade (Lauro de Freitas) e recebe um nível de contribuição de ligações irregulares que as casas fazem na rede pluvial e fica completamente degradado”, explica o secretário de Meio Ambiente.

Melhoria 

Além da poluição, os pescadores tiveram que lidar com a ocupação às margens do rio. “Esses condomínios destruíram tudo, agora os peixes não têm onde fazer a desova”, reclama o pescador João Bonfim, 64 anos. “Eu vivia a noite toda pescando nesse rio. Ganhei muito dinheiro aí, hoje ele não vale nada. A esperança da gente agora é recuperar o mangue também”, completa.

A última medição realizada em Buraquinho pelo Inema, em outubro do ano passado, foi a única que deu nível bom de IQA.  Segundo o coordenador do Inema, o período da medição foi de muita chuva e, quando o volume do rio cresce, a medição tende a dar um resultado melhor. 

O secretário Marcos Crusoé, por sua vez,  afirma que a prefeitura está tentando recuperar o rio. “Só de manguezal foram 10 mil mudas no ano passado. O manguezal em si representa o berçário da vida marinha, onde os peixes procriam e também evita que tenha erosão próximo dos rios”, explica.

Segundo ele, outras ações também estão sendo implantadas em prol do rio, como a implantação de lixeiras próximo ao rio e a liberação de alvarás de construção mediante a apresentação de um projeto de um sistema próprio de afluentes sanitários.

Embasa 

Os últimos dados divulgados pela Embasa sobre a extensão do esgotamento sanitário em Lauro de Freitas indicam que apenas 9% do município fez parte da rede.

O CORREIO solicitou à Embasa um representante que pudesse explicar o que está sendo realizado na cidade, mas a empresa enviou apenas uma nota. 

A empresa informa que a obra de extensão , que começou em 2010, tinha previsão de ser concluída no ano passado, mas questões burocráticas interromperam o processo. Para essa primeira etapa, a Embasa realocou R$ 170 milhões.

Sobre a paralisação das obras, a Embasa afirmou que o consórcio não cumpriu prazo e por isso o contrato foi rescindido em setembro de 2011. Segundo a nota, uma liminar da empresa contratada impedia a realização de uma nova licitação para retomar as obras. Agora, com a liminar derrubada na Justiça, a Embasa afirma que uma nova licitação será realizada no dia 14 de março.

Água que abastece capital é coletada em barragem em Lauro de Freitas (Foto: Mauro Akin Nassor)

De acordo com a Embasa, quando pronto, o sistema de esgotamento terá 222 quilômetros de rede coletora, 33 estações de bombeamento e 40 mil ligações domiciliares. Com a conclusão da rede, o sistema será integrado ao de Salvador e o esgoto de Lauro de Freitas será enviado para o emissário submarino da Boca do Rio.

A empresa não respondeu aos questionamentos sobre a existência de ligações clandestinas de esgoto e rede pluvial ao longo dos rios Joanes Ipitanga. A nota informa apenas que a água que abastece Salvador, coletada na Barragem Ponte do Rio Joanes, não é contaminada. 

Antes de passar por cidades, rio tem trechos limpos

Degradado em sua foz, o Joanes tem grande variação na qualidade da água ao longo dos seus 75 quilômetros de extensão. Nos outros quatro trechos onde o Inema faz a coleta, o único local onde há um histórico de boa qualidade da água é em um dos trechos analisados, numa estrada de terra que liga Simões Filho a Camaçari. Ali, apenas duas amostras das 16 coletadas pelo instituto aparecem com o índice regular. As demais são boas. 

O lugar é afastado da ocupação urbana e são poucas as pessoas que aproveitam o que o rio tem a oferecer. O caldeireiro Geraldo Figueiredo, 46, é um dos poucos que aproveitam o tempo livre para pescar no local. “Aqui não é poluído. A gente vem sempre e pega tilápia”, conta. Apesar da aparente paz, sem casas ao redor, iluminação e difícil acesso, o local é perigoso. “É bom não ficar aqui por muito tempo não”, alerta Geraldo.

A falta de habitação contribui para a conservação desse trecho, como explica o coordenador do Inema, Eduardo Topázio. “Se as áreas não têm acesso, se não são ocupadas, têm menos problemas também. Não tem ninguém ali para poluir”, diz.  Já em outro ponto de Camaçari, cercado por ocupação urbana, os índices da qualidade das águas são ruins. No primeiro semestre do ano passado, o índice da qualidade da água, que vai até 100, chegou a 20. Do total de amostras coletadas pelo Inema, em cinco a água aparece como ruim e em quatro, como regular. Veja no topo da página todos os resultados desde 2008.

Poluição motivou criação de ONG pela preservação

A degradação do Rio Joanes, em Lauro de Freitas, motivou um grupo a formar a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Rio Limpo, em 2009. O diretor da organização, Fernando Borba, conta que foram os pescadores da Colônia de Buraquinho que o procuraram para denunciar e pedir apoio na recuperação do rio. 

“Como eu era cliente deles, os pescadores me procuraram para contar o que estava acontecendo. Um deles me dizia que não sabia mais o que fazer porque o rio está morto depois da barragem”, lembra Fernando, referindo-se à barragem da Ponte do Rio Joanes, em Lauro de Freitas. De lá para cá, a organização criou a campanha “Uma corrente para salvar o Joanes”. “Reuni alguns vizinhos e começamos a divulgar informações sobre a degradação do rio e informações tecnológicas de recuperação”, explica Borba.

O diretor diz ainda que a esperança de quem apoia a campanha é a retomada das obras da rede esgotamento sanitário. “Nós estamos torcendo por isso, sabemos que um problema desses atravessa várias gestões e que os municípios não conseguem resolver sozinhos, mas esperamos que a obra da Embasa acelere”, afirma.

Fonte: Correio

Fotógrafo clica torres de celular 'vestidas' de árvores na África do Sul.

Dillon Marsh registrou 12 imagens na Cidade do Cabo e arredores.
Solução para poluição visual surgiu em 1996 e se espalhou pelo mundo.

Torre de celular 'vira' árvore para reduzir a poluição 
visual na África do Sul (Foto: Dillon Marsh/Divulgação)

Um fotógrafo sul-africano registrou 12 imagens de torres de celular disfarçadas de árvores na Cidade do Cabo e arredores. Segundo o autor, Dillon Marsh, a série de imagens "Invasive Species" (Espécies Invasoras) explora a relação entre essas estruturas modernas e o meio ambiente.

O projeto fotográfico durou seis meses e foi concluído em 2009, segundo o site da revista americana "Wired". A primeira "palmeira" a surgir da noite para o dia na região foi feita de plásticos não tóxicos e instalada em 1996, num subúrbio da Cidade do Cabo, a segunda maior da África do Sul. Essa foi a solução encontrada pela empresa de comunicação móvel Vodacom para diminuir a poluição visual. Desde então, essas "plantas" se espalharam por todo o país e também pelo mundo.

Marsh acredita que seu trabalho pode servir para as pessoas meditarem sobre as estranhas variações de design entre uma "árvore telefônica" e outra – criadas para se esconderem na paisagem, mas responsáveis por chamar ainda mais a atenção de quem passa. "Vestir" uma torre de celular com folhas de plástico pode custar até R$ 300 mil, quatro vezes o valor de um mastro normal.

Mas Marsh duvida que realmente haja necessidade de uma camuflagem high-tech para essas construções. Segundo ele, mesmo que a intenção seja boa, em muitos casos o resultado parece "desajeitado e pouco convincente", e a maioria das pessoas é atraída pela curiosidade, e não por um sentimento positivo ou negativo. Para ver outros registros da série Espécies Invasoras e novos trabalhos do fotógrafo, visite o site dele.

Torre de celular se camufla em meio a outras árvores 
na Cidade do Cabo (Foto: Dillon Marsh/Divulgação)

Com design diferente, torre se destaca atrás de casa 
na África do Sul (Foto: Dillon Marsh/Divulgação)

Mais uma 'espécie' tenta se esconder, mas atrai 
atenção na Cidade do Cabo (Foto: Dillon Marsh/Divulgação)

Milhares de crustáceos aparecem mortos em praia no Chile - Autoridades do país suspeitam de crime ambiental.

Crustáceos mortos cobrem praia chilena (Foto: BBC)

Autoridades chilenas estão investigando o aparecimento de centenas de milhares de crustáceos em uma praia na cidade de Coronel, 530 quilômetros ao sul de Santiago. 


Pescadores locais acusam usinas termoelétricas de produzir dejetos que contaminam as águas. Os responsáveis pela investigação estão coletando amostras para descobrir se foi cometido algum crime contra o meio ambiente na região.

Nos últimos anos, um número surpreendente de animais marinhos mortos tem aparecido em diferentes pontos da Costa Pacífica sul-americana. Segundo especialistas ambientais, possíveis causas incluem exploração petrolífera, fontes alimentares contaminadas ou algum tipo de vírus.

Pescadores locais acusam usinas termoelétricas de produzir 
dejetos que contaminam as águas (Foto: BBC)

Fonte: G1 Globo Ciência

Na Massaranduba ou na Ribeira, até peixe se afoga na maré de sujeira.

Praia é só o nome. Quem é doido de pegar um sol em determinado trecho da Ribeira ou no Leblon, que apesar da referência carioca fica na Massaranduba?

Lorena Caliman

Que tal um mergulho na praia do Leblon? E se o lugar em questão, que apenas remete à famosa orla carioca, for o que ilustra esta página? No Leblon de Salvador, no bairro da Massaranduba, não há banho de mar, água de coco, belas morenas, sombra e muito menos água fresca.

Foto: Evandro Veiga

A realidade ali é absurdamente suja. Só se vê lixo, entulho e esgoto. Mas, que dizer da Ribeira? Bem em frente à tradicional sorveteria que leva o nome do bairro, a beleza do mar esconde um problema parecido. Obedecendo o vai e vem do mar, o lixo descansa sobre a areia quando a maré abaixa. Basta a água subir para a sujeira boiar.

As duas marés de lixo foram flagradas pelo CORREIO, na manhã de ontem. No lugar dos sombreiros e cadeiras de praia, a areia da Ribeira exibia embalagens de alimentos, sacolas plásticas, potes de sorvete, embalagens de desodorante, carcaças de geladeiras e... uma televisão. Sem falar nos restos de peixes, limpos por pescadores no próprio local. 

Na Massaranduba, a paisagem já nem lembra mais uma praia. No mar, quem toma banho são os sacos de lixo. Onde haveria areia não há beldades em busca de bronzeado, mas entulhos misturados a mais lixo. O odor não é de maresia e sim de esgoto e animais mortos. Não há voo de tuiuiús, mas de moscas ávidas por restos. 

O maior problema, de acordo com moradores e frequentadores dos dois lugares, é a falta de educação. Sem jogar o lixo nas caixas coletoras, a população acaba deixando os sacos nas ruas ou na beira do mar. As chuvas ou a própria maré carregam tudo. Há a suspeita de que o material venha de outros locais, com as idas e vindas da maré. 

O comerciante Pedro Ciriano observa que na Ribeira a situação existe há anos. “Tem até quem leve coisa para o barco e, lá no mar, jogue fora. A maré traz tudo de volta”, diz Pedro, que trabalha num quiosque de lanches. “O pessoal acha que a rua é lixo”. 

Na Massaranduba, a situação é ainda mais caótica. Tanto que uma equipe da Revita, que presta serviço para a Limpurb, está lá todos os dias retirando sacos de lixo do mar. O mecânico Valdo Conceição diz que o trabalho não é suficiente. Mas reclama mesmo é dos moradores. “Todo mundo joga lixo na maré e ainda tem esgoto que cai direto no mar. Essa água aqui nunca vai ficar limpa. É triste”, lamenta o mecânico, que mora no Uruguai, mas vai todos os dias no Leblon, onde atraca um barco. 

Denúncia
Segundo os moradores e funcionários da Revita, caçambas levam entulhos à praia do Leblon ilegalmente. O esquema, denunciam, envolve até o pagamento de propina a um morador, que aceitaria R$ 10 por caçamba para permitir que os materiais sejam despejados. “São cinco caçambas por dia. Eles trazem tudo que é obra pra cá”, afirmou um homem que não quis se identificar.  

De acordo com Kátia Alves, presidente da Limpurb, o órgão faz mutirões de limpeza na região. Ontem, os trabalhos se concentraram na região da Baixa do Petróleo. Também há, diz ela, um movimento de conscientização da população para que as pessoas coloquem o lixo nos locais corretos. Os mutirões devem chegar à Ribeira e ao Bonfim nos próximos dias. “Só vamos sair dos lugares quando estiverem totalmente limpos”, disse.

Migração
Especialistas no movimento das marés confirmam a suspeita dos moradores. Parte do lixo pode imigrar de outros bairros. “As correntes marítimas levam o lixo até para áreas remotas”, explica o biólogo Clarêncio Baracho. O lixo também pode ser maior em praias mais ‘internas’ na Baía de Todos os Santos, caso da Ribeira e Leblon. “São pequenas enseadas, podem acumular mais lixo”, justifica. Colaborou Thais Borges

Retirada ‘emergencial’ do lixo começou com mutirão
Dentro da programação dos mutirões de limpeza que foram iniciados na semana passada, a prefeitura  começou ontem uma operação ‘emergencial’ para retirada de lixo e entulho na Baixa do Petróleo, região da Massaranduba, na Cidade Baixa.

A operação aconteceu um dia após a visita do prefeito ACM Neto à região. Na ocasião, Neto disse que o objetivo era o de recuperar a limpeza e citou os caçambeiros ilegais que despejam entulho na localidade. “Vamos precisar do apoio da comunidade para denunciar os caçambeiros irregulares”, disse. A secretária da Ordem Pública, Rosemma Maluf, afirmou que atuaria em parceria com a Transalvador para punir os caminhoneiros.

Foto: Evandro Veiga

Segundo a presidente da Limpurb, Kátia Alves, há o projeto de se criar um mascote para incentivar as pessoas a agirem de forma correta com relação ao descarte de lixo. “Vamos fazer uma campanha grande de conscientização assim que começarem as aulas da rede municipal de educação. A ideia é trabalhar um mascote que simbolize a limpeza, não a sujeira”, declarou.

Greenpeace Brasil - Você compra na Zara?


Você compra roupas na Zara? Se sim, saiba que as suas roupas contêm perigosas substâncias químicas.

A Zara é, hoje, a maior marca no mundo da moda. Mesmo se você não comprar roupas lá, as substâncias químicas liberadas pelas centenas de fornecedores da Zara e pelas milhões de roupas produzidas podem ser encontradas no ambiente e te afetar.

Nós testamos roupas da Zara no começo do ano e encontramos produtos químicos que são conhecidos por se fracionar quando entram em contato com a água e formar substâncias que alteram a forma como os hormônios naturais atuam no corpo humano. Também encontramos traços de susbtâncias cancerígenas que são liberadas a partir de corantes. A Zara precisa limpar sua produção e se desintoxicar.

Assine a petição para que a Zara pare de poluir.

Nós não podemos limpar as fábricas, os rios e a indústria têxtil sem ela. Estou te escrevendo sobre o segredo sujo da Zara porque para convencê-la a mudar precisamos que todos nós trabalhemos juntos ao redor do mundo.

Com uma pequena doação, você estará ajudando a expor o trabalho sujo que é feito longe das vitrines bonitas. Junte-se a nós.

Informações recebidas por e-mail!
Por: Marietta Harjono, Campanha de Tóxicos - Greenpeace Internacional

Inema: Balneabilidade alerta para 15 praias impróprias neste final de semana.

Das 34 praias avaliadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), na Região Metropolitana de Salvador (RMS), 15 estão impróprias para o banho.

O Inema chama atenção para que os banhistas evitem as praias da Penha (Em frente à Igreja N. S. da Penha), Bogari (Em frente ao Colégio João Florêncio Gomes), Pedra Furada (Atrás do Hospital Sagrada Família), Boa Viagem (Ao lado do Forte), Roma (Atrás do Hospital São Jorge), Ondina (Em frente à Rua Ademar de Barros), Pituba (Atrás do antigo Clube Português), Armação (Em frente ao Clube Inter. Pass), Boca do Rio (Em frente ao Posto Salva Vidas), Corsário (Em frente ao Posto Salva Vidas e em frente ao Posto Salva Vidas Patamares) Piatã (Em frente ao Posto Salva Vidas), Itapuã (Em frente à Sereia de Itapoã), Farol de Itapuã (Em frente à Rua da Música / antiga Rua K) e Buraquinho (Em frente à barraca de praia Chalé). Nas demais praias da RMS, as condições são normais, lembrando que deve-se evitar o banho de mar em tempo chuvoso.

O diagnóstico das condições de balneabilidade é obtido mediante o recolhimento de amostras em 30 praias de Salvador, mais quatro praias de Lauro de Freitas, durante cinco semanas.

O material é analisado e os exames bacteriológicos confirmam as praias impróprias para o banho. A praia é considerada própria quando houver no máximo em 80% das amostras, 1.000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli, ou ainda 100 enterococos por 100 mL de água. Ainda que nas análises anteriores a qualidade da água esteja dentro dos parâmetros considerados próprios para banho, se o valor obtido na última amostragem for superior a 2500 coliformes termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 mL de água, a praia é considerada imprópria. Esses critérios foram estabelecidos pela resolução 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

No período em que o tempo estiver chuvoso, as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos, carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças. Além disso, é desaconselhável, ainda em dias de sol, o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem.

Fonte: Inema

Copa de 2014 deve emitir 14 milhões de toneladas de CO2, diz estudo.

Gases virão de construções e projetos de transporte em execução no país.
Evento ocorrerá em 12 cidades do Brasil; Fifa terá que compensar emissão.

As emissões de gases do efeito estufa da Copa do Mundo de 2014 e dos preparativos para a realização do torneio no Brasil irão atingir 14 milhões de toneladas, aproximadamente 0,8% das emissões anuais do país, segundo projeção da consultoria Personal CO2 Zero. Novas construções e projetos de transporte que estão sendo executados nas preparações para o segundo maior evento esportivo do mundo podem acrescentar 11,1 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), de acordo com a estimativa.

As emissões durante o evento somariam 3,01 milhões de toneladas de CO2e, principalmente associadas às viagens aéreas e terrestres entre as 12 cidades anfitriãs das partidas, de acordo com o estudo. O Brasil, que também irá sediar a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, está investindo pesado para expandir aeroportos e a infraestrutura de transporte, em uma tentativa de aliviar o congestionamento crônico nas maiores cidades.

Obras em andamento no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. 
Cidade será uma das sedes de jogos da Copa do Mundo de 2014. 
(Foto: Alexandre Durão / G1)

Compensação em dinheiro

A CO2 Zero disse que a Fifa precisaria gastar em torno de US$ 15 milhões para compensar as emissões produzidas apenas durante o campeonato, através de compras de créditos de carbono no mercado. Se a conta incluísse a construção dos estádios, a quantia a ser gasta para as compensações subiria para US$ 18,5 milhões. Em junho, a Fifa apresentou no Rio de Janeiro um projeto de sustentabilidade para a Copa do Mundo no Brasil que incluía a intenção de neutralizar as emissões do evento.

A entidade disse que gastaria em torno de US$ 20 milhões no projeto, mas não especificou quanto usaria para comprar as compensações ou como as faria.

Emissões de 2010

As emissões de gases do efeito estufa da Copa do Mundo de 2010 foram estimadas em 2,75 milhões de toneladas em um estudo financiado pelos governos da Noruega e da África do Sul, o país anfitrião do Mundial. O número não considerou as emissões do igualmente grande número de projetos de infraestrutura executados no país africano.

Fonte: G1 Globo

Blog Sou Ecológico indica o game - Missão Bioma em defesa da natureza.


O que é o Missão Bioma?
O Missão Bioma é um game que permite que o jogador assuma o papel de defensor da natureza, que precisa proteger os recursos naturais dos seis biomas brasileiros - Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampas e Mata Atlântica, de inimigos, como a poluição e o desmatamento. Para proteger esses biomas, o usuário terá de gerenciar recursos e enfrentar as ameaças de destruição comandando elementos que deverão ser posicionados estrategicamente num tabuleiro virtual. Para ganhar mais recursos, o internauta precisará responder perguntas sobre o projeto ‘Globo Natureza’, lançado no início do ano, que traz informações e notícias reais sobre o meio ambiente veiculadas ao longo da programação da emissora e na internet.

É necessário pagar para jogar o Missão Bioma?
Não, o Missão Bioma é totalmente gratuito para todos os usuários. Basta acessar e se cadastrar gratuitamente.

Para qual idade o Missão Bioma é indicado? Posso deixar meu filho jogar?
O game é voltado para todas as idades. Não há problema nenhum de seu filho jogar.

É necessário criar uma conta para jogar?
Sem cadastro é possível jogar apenas a versão demo do jogo. Para conhecer a versão completa do jogo e participar do ranking é necessário um cadastro gratuito na página: https://login.globo.com/login/3537.

Do que eu preciso para jogar o Missão Bioma?
Você precisa de um computador com acesso à internet e os plugins Unity. Para baixar o plugin gratuitamente, basta acessar http://unity3d.com/webplayer

Posso jogar o Missão Bioma no meu celular?
Não, o Missão Bioma não possui uma versão para o celular.

Posso jogar o Missão Bioma em minhas redes sociais?
Não, o Missão Bioma não possui versões para redes sociais.

Como faço para jogar em um novo bioma?
Você deve avançar 10 níveis no jogo para que um novo bioma seja desbloqueado.

Como convido amigos para o Missão Bioma?
Clique em “Amigos” no menu inferior da tela. Depois clique em “Procurar”. Digite o apelido do seu amigo no jogo e clique “Procurar”. Quando o perfil dele aparecer na tela, clique em “Adicionar”. Pronto, a partir daí, vocês já são amigos no Missão Bioma.

Tive dificuldades em jogar, como devo proceder?
Para podermos te ajudar, e principalmente melhorar o jogo, precisamos saber algumas especificações técnicas do seu computador. Sempre que possível, envie para http://falecomaredeglobo.globo.com as seguintes informações:

1- Local do erro ou problema apresentado
2- Qual navegador e versão você usa? Por exemplo, Internet Explorer 8.0 ou Firefox 3.6.1
3- Qual o seu sistema operacional (versão do Windows ou do Mac OS)
4- O jogo que você estava testando (jogo rápido, contra) e os times escolhidos (seu e do adversário)
5- O máximo de especificações técnicas da sua máquina (processador, quantidade de memória RAM, modelo e quantidade de memória da placa de vídeo)
6- Uma descrição exata sobre o problema apresentado
7- Versão do plugin Unity3D (você pode verificar em http://unity3d.com/webplayer/version/)

CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA COMEÇAR A JOGAR.

Tubarão é flagrado na Flórida com argola entalada na cabeça

Mergulhadores chegaram a pensar que o tubarão estava morto.Apesar do perigo, dupla se aproximou do animal e retirou o objeto.

Um tubarão foi flagrado por dois mergulhadores norte-americanos com uma argola de plástico entalada na cabeça. John Dickinson e Chip Garber estavam mergulhando na região de Palm Beach, no estado da Flórida (EUA), quando encontraram o animal. 


Segundo reportagem da emissora “WPTV", eles chegaram a pensar que o tubarão estava morto. "Porém, depois que puxar seu rabo, ele começou a nadar", disse Dickinson. Apesar do perigo, a dupla decidiu se aproximar do animal e retirar o objeto. 

Os mergulhadores notaram que a argola está atrapalhando a alimentação do tubarão. Segundo Dickinson, foi possível perceber que ele tinha perdido muito peso. "Esperamos que o tubarão volte a comer novamente e viver uma vida saudável", disse.

Fonte: G1 Globo

As 10 cidades mais poluídas do mundo


A consultoria Mercer elabora anualmente um relatório a respeito da qualidade de vida em 221 cidades diferentes. Entre os vários itens levados em consideração está a situação do meio ambiente.

Dentro da avaliação são levados em conta a oferta de água doce, o volume de água potável, as medidas para remoção de resíduos, a condição dos esgotos, a poluição do ar e o nível dos congestionamentos. Confira a seguir o ranking das cidades mais poluídas do mundo!


Fonte: Verde Br Msn

NOTA DO AUTOR:

Muito obrigado pela sua visita e o (a) convido a visitar o campo logo abaixo (Não deixe de ler) e continuar lendo as postagens do  Blog Sou Ecológico .
Sou Ecológico - Muito Mais Eco
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