4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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Cooperativa de recicláveis abre vagas para trabalhadores em Bauru.

Interessado não precisa ter experiência na área. 
Material de ecopontos é levado para triagem.
Materiais recicláveis são separados pelos trabalhadores da cooperativa 
(Foto: Rivângela Gomes/G1)

A Cooperativa de Catadores de Coleta Seletiva e Reciclagem de Materiais abriu vagas de emprego em Bauru(SP). Segundo a fundadora da cooperativa, Gisele Moreti, eles trabalham com 20 cooperados, mas seriam necessários pelo menos mais dez pessoas. O material que chega aos ecopontos da cidade, como resíduos de construção civil, é levado para as cooperativas para ser feita a triagem.

Gisele informou que o material é vendido e o valor é dividido entre os cooperados. Quem se interessar em trabalhar na coleta seletiva só precisa levar os documentos pessoais (RG, carteira de trabalho e PIS).

O horário de trabalho é das 7h30 às 17h, com 1h30 de almoço e 15 minutos de descanso em cada período. Não é necessário ter experiência, já que os trabalhadores recebem um curso para explicar quais materiais são escolhidos e separados. O salário varia de acordo com a venda do material e cada cooperado recebe cerca de R$ 700.

A cooperativa fica na Avenida Santa Beatriz da Silva, 6-16, no bairro Ferradura Mirim. Mais informações sobre as vagas podem ser obtidas pelo telefone (14) 3231-1230.

Fonte: G1 Globo

Projeto Eco Folia Solidária apresenta ações sustentáveis para o carnaval.

O Complexo Cooperativo de Reciclagem da Bahia (CCRB) promove um encontro nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, a partir das 09h, na Associação Baiana de Imprensa (ABI) para apresentar as ações do Projeto Eco Folia Solidária  – O Trabalho Decente, Preserva o Meio Ambiente, durante o carnaval de 2014.

O Projeto Eco Folia Solidária se tornou um "bloco" tradicional, sempre marcando presença na folia. 
Foto: André Frutuôso/BnL

A iniciativa, que surgiu com o objetivo de melhorar, organizar e valorizar o trabalho dos catadores de material reciclável, completa 11 anos de atividade, além de combater o trabalho infantil durante o período de festa e ajudar a minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos resíduos sólidos gerados durante a folia.

“Os catadores avulsos que não integram cooperativas ou associações podem se cadastrar em alguma das cinco Centrais de apoio ao catador, espalhadas no circuito do Carnaval. Para que o trabalho seja realizado com segurança é disponibilizado um kit de proteção individual contendo fardamento, botas, luvas e protetor auricular. Estes beneficiados terão direito a três refeições diárias, produzidas pela Rede de Alimentação de Economia Solidária”, informa Joilson Santana, representante do CCRB.

Unidades

Os catadores são remunerados pelo serviço ambiental urbano prestado durante o carnaval. O material recolhido é direcionado para Centrais que ficam Barra, Ondina, Politeama, 02 de Julho e Ladeira da Montanha, lá os materiais recicláveis são triados, prensados e armazenados.

Segundo os estudiosos da área ambiental, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes sem perder sua propriedade. Foto: André Frutuôso/BnL

Ano passado foram recolhidos mais de 70 toneladas de resíduos sólidos e líquidos,  foram beneficiados 2.404 catadores e para este ano, a meta é atender 1100 catadores avulsos e coletar 70 toneladas de resíduos, para evitar que os mesmos acabem indo para mares, rios e córregos, preservando assim o meio ambiente.

“EcoFolia Solidária 2014”, conta com o patrocínio do Governo do Estado, através do programa Vida Melhor, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), da Secretaria de Desenvolvimento Social  e Combate a Pobreza (Sedes) e Casa Civil, além da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Ordem Pública (Semop) e da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb) e apoio da Coopcentral.

Programe-se e apareça:

Data: 20/02
Horário: das 9h às 12h
Local: Associação Baiana de Imprensa (ABI)
Endereço: Rua Guedes de Brito, nº 01, 2º andar, Edf. Ranulfo Oliveira – Centro Histórico.

Saiba o que rolou na 4ª CNMA. Catadores enfrentam preconceito. Mas, aos poucos, mudam de status.


Painel discute a situação de homens e mulheres e as dificuldades enfrentadas por eles

“O Brasil não pode levar 21 anos para implantar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, como levou para aprovar a lei no Congresso”, destacou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante debate na 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, que se realiza em Brasília até domingo (27/09). Ela chamou a atenção para a necessidade de um debate amplo, envolvendo opiniões diversas, na busca de soluções para os problemas enfrentados. “A conferencia tem que ser marcada pela oportunidade de todos mostrarem seus pontos de vista. É importante que nós possamos ouvir a todos. Que todos possam se pronunciar, que todos possam falar e oferecer soluções para os resíduos”, acrescentou.

Segundo a ministra, esta é a maior conferência já realizada pelo setor. São 200 mil pessoas envolvidas diretamente, de todas as unidades da federação. E fez questão e destacar a participação dos catadores: “Havia, e ainda há, é importante que se diga, preconceito. Mas por outro lado, a sociedade começa a ver nos catadores como mais do que um agente social de transformação, mas um agente que resolve muitos dos problemas que nós, sociedade, causamos no nosso dia a dia”.

O painel “Os catadores na gestão de resíduos sólidos – de excluídos da sociedade a empreendedores da reciclagem”, tratou da situação da categoria no Brasil e contou a apresentação de pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Economia Aplicada  (IPEA) sobre o setor, apresentada pela pesquisadora Fernanda Góes.

Fonte: 4ª CNMA
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