4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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Concurso: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)


INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE (ICMBio)

O INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE (ICMBio), tendo em vista o disposto nas Portarias nº 419 e nº 423, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicadas no Diário Oficial da União, de 4 de novembro de 2013, bem como na Lei nº 10.410, de 11 de janeiro de 2002, na Lei nº 11.516, de 28 de agosto de 2007, e no artigo 4º da Lei nº 12.856, de 2 de setembro de 2013, e no Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009, torna pública a realização de concurso público para provimento de vagas nos cargos de Analista Administrativo, de Analista Ambiental, de Técnico Administrativo e de Técnico Ambiental. 

Cargo

Nível superior:
Cargo 1: Analista Administrativo
Cargo 2: Analista Ambiental

Nível médio:
Cargo 3: Técnico Administrativo
Cargo 4: Técnico Ambiental

Vagas
Consultar item 4 do Edital de Abertura

Remuneração
Nível superior: R$ 6.478,30
Nível médio: R$ 2.887,34

Inscrições
Taxa: Nível superior: R$ 100,00
Nível médio: R$ 70,00

Horário:Será admitida a inscrição somente via internet, solicitada no período entre 10 horas do dia 23 de janeiro de 2014 e 23 horas e 59 minutos do dia 11 de fevereiro de 2014, observado o horário oficial de Brasília/DF.

Inscrição e Edital: Cespe/UnB

ICMBIO DIVULGA CHAMADA PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS.


Fernando Pinto
fernando.pinto@icmbio.gov.br

Brasília (29/11/2013) - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), divulgou nesta semana a quinta chamada de seleção de bolsistas, na modalidade Apoio Científico, para atuar na Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio), no âmbito do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade (Probio II).

Os aprovados irão desenvolver trabalhos relacionados à avaliação do estado de conservação das espécies da fauna brasileira, elaboração e implementação dos planos de ação para a conservação das espécies ameaçadas, monitoramento do estado de conservação da biodiversidade em unidades de conservação (UC) e fortalecimento e estruturação dos centros de pesquisa e conservação da biodiversidade brasileira.

O processo de seleção terá duas etapas: análise de currículos e entrevista. Os interessados deverão preencher formulário eletrônico disponível no endereço eletrônico: www.icmbio.gov.br/bolsasprobio até às 18h (horário de Brasília), do dia 06 de dezembro de 2013. Cada candidato poderá concorrer a uma única vaga. Caso o candidato se inscreva em mais de uma vaga, será automaticamente eliminado do processo seletivo.

A relação dos candidatos selecionados será divulgada na página eletrônica do ICMBio e encaminhada para Instituição contratada, que procederá com as contratações de acordo com a necessidade de implementação de cada bolsa, a depender do desenvolvimento do projeto e sob demanda institucional do ICMBio. Clique aqui para acessar o edital na íntegra.

Probio II

O Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF) realizou uma doação por meio do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) para financiar o Probio II. A iniciativa visa contribuir de forma significativa para a redução da perda da biodiversidade e é executada por meio de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a Caixa Econômica Federal.

Para a implementação do projeto, foram estabelecidas parcerias estratégicas com o ICMBio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério da Ciência e da Tecnologia (MCT), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

(61) 3341-9280

Instituto Chico Mendes (ICMBIO) terá concurso para 271 vagas em 2014.


MPOG divulga duas portarias autorizando abertura de concursos públicos no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Serão 271 vagas de nível médio e superior para cargos de Técnico Administrativo, Técnico Ambiental, Analista Administrativo e Analista Ambiental. Editais serão lançados até maio de 2014. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicou através das Portarias de Nº 419 e 423, autorizações para realização de concursos públicos em breve, que ofertarão 271 vagas em cargos pertencentes ao quadro de pessoal efetivo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBIO.

A Portaria Nº 419 soma 241 vagas, sendo 221 vagas para candidatos de nível médio nas funções de Técnico Administrativo (168) e Técnico Ambiental (53), e 20 vagas de nível superior para cargo de Analista Administrativo. Já a Portaria de n. 423, autoriza abertura de concurso público para 30 cargos de Analista Ambiental, pertencentes ao quadro de pessoal efetivo do Instituto Chico Mendes, a serem lotados nas Unidades de Conservação presentes no Complexo da Bacia do Tapajós.

O provimento dos cargos no quantitativo previsto dependerá de prévia autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, levando em conta a existência de vagas suficientes na data de publicação do edital de abertura do concurso, a adequação orçamentária e financeira da nova despesa à Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, e a total substituição dos trabalhadores terceirizados que executam atividades em desacordo com a legislação vigente, cujos nomes serão divulgados previamente à nomeação dos aprovados.

Os editais dos concursos serão lançados em até 6 meses, com prazo previsto para até dia 1 de maio de 2014. A responsabilidade pela realização do concurso é do Presidente do ICMBIO, que divulgará normas, editais e portarias referentes a seleção - Veja as portarias que autorizam os concursos.

ICMBIO

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). Atua na execução de ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as Unidades de Conservação federais instituídas pela União, através de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade.

O Instituto tem sede nacional em Brasília-DF e ao todo possui 3.603 servidores lotados nos 26 estados da federação, tendo 312 Unidades de Conservação federais e 11 Centros de Pesquisa e Conservação em Coordenadorias Regionais localizadas nas cidades de Porto Velho (RO), Manaus (AM), Itaituba (PA), Belém (PA), Parnaíba (PI), Cabedelo (PB), Porto Seguro (BA), Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Chapada dos Guimarães (MT) e Lagoa Santa (MG).

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA VOLUNTÁRIOS EM NORONHA.


Thais Alves
thais.lima@icmbio.gov.br

Brasília (18/10/2013) – Estão abertas as inscrições para o Programa de Voluntariado no Arquipélago de Fernando de Noronha. As atividades serão desenvolvidas dentro das duas unidades de conservação (UC) federais existentes no local: o Parque Nacional Marinho e a Área de Proteção Ambiental.

São oito vagas para atuação em período mínimo de três meses, havendo renovação do contrato por mais três meses quando do interesse da unidade e do participante. As atividades seguem a linha temática de uso público e negócios com área alvo de turismo e estatística Os prestadores de serviço voluntário irão desenvolver atividades em até 40 horas semanais ao longo de seis dias da semana.

Dentre os trabalhos que serão desenvolvidos estão: aplicação de pesquisa de satisfação junto aos visitantes; tabulação dos dados de pesquisa de satisfação aplicadas; desenvolvimento dos resultados obtidos por meio das pesquisas de satisfação; apoio nas atividades de monitoramento e pesquisa em áreas de uso público e trabalhos administrativos junto à sede da unidade de conservação.

Como forma de viabilizar o Programa de Voluntariado, a unidade de conservação oferece os seguintes benefícios: alojamento compartilhado, masculino ou feminino, com banheiro; duas refeições diárias (almoço e jantar);cozinha comunitária, com utensílios para preparo de refeições; custeio do trecho aéreo entre Recife ou Natal até Fernando de Noronha, ida e volta; isenção de taxa de preservação ambiental (TPA) para o período de desenvolvimento das atividades, sendo esta uma taxa diária cobrada pelo Governo do Estado de Pernambuco.

Como critérios de seleção e participação é preciso ter mais de 18 anos, atuar ou ter formação e/ou experiência na área alvo descrita e análise de currículo. Os interessados devem se candidatar enviando o currículo para o e-mail voluntarioparquenoronha@gmail.com e preencher a ficha de inscrição.

O programa é uma importante ferramenta para treinamento e capacitação de estudantes e profissionais formados, permitindo o desenvolvimento de atividades diversas e instrumento de divulgação de informações sobre a conservação do meio ambiente e do trabalho executado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIo), órgão responsável pela gestão das unidades.

Para conferir a 5ª Chamada Pública do Programa de Voluntariado do Arquipélago de Fernando de Noronha, clique aqui.

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280


Fonte: ICMBio

1.472 animais são salvos do tráfico.


Em apenas duas últimas semanas o Centro de Triagem de Animais (CETAS) Chico Mendes, em Salvador, recebeu quase a metade do total de animais que deu entrada no órgão em 2012. Foram 1472, contra 2000 mil do ano passado. “Só em 2007 recebemos tantos animais de uma só vez”, lembra o biólogo e coordenador do órgão, Josiano Cordeiro Torezani. Naquela ocasião foram três mil animais. Em momentos como estes, a equipe do centro se multiplica para dar conta da demanda. Os animais foram salvos do tráfico que comercializa bichos ilegalmente. São apenas três analistas ambientais (dois biólogos e uma médica veterinária), que contam com o apoio de dois tratadores. “Trabalhamos até durante o Dia do Trabalhador. Somos como médicos, é um serviço essencial. Se os animais precisam, estaremos aqui; eles não podem esperar”, ressalta Torezani.

Ele acrescenta ainda que a maior dificuldade em ter uma equipe reduzida para atender à demanda como a dos últimos dias não é tratar os animais, mas manter os trabalhos burocráticos em dia. “Nos revezamos em diferentes tarefas, mas acredito que o essencial que é cuidar e dar destinação para os animais, conseguimos fazer satisfatoriamente”. As dificuldades encontradas pela equipe são suplantadas pelo amor que cada membro demonstra pelos animais. A médica veterinária Fernanda de Azevedo Libório, por exemplo, não esconde sua paixão pelo que faz. “Vivo meu trabalho o tempo todo, às vezes tenho que me controlar, porque senão até minha casa vira uma espécie de Cetas”, diz, ao passo que faz carinho em um papagaio idoso e cheio de marcas de maus- tratos e conta que em sua casa ela tem 13 gatos e um cachorro. “Todos encontrados na rua”, frisa.

Para a veterinária, uma equipe ideal, compatível com a demanda que o centro tem, deveria contar com mais dois tratadores e mais dois analistas ambientais. “Assim poderíamos trabalhar em regime de plantão e não sacrificar ninguém”, disse. A boa notícia é que o IBAMA está contratando um analista ambiental que se unirá à equipe em breve. “Com isso, poderemos dar conta dos trabalhos mais burocráticos, deficiência que nos tem proibido de manter um campo de dados mais apurado sobre o que o centro vem fazendo nos últimos anos”, celebra.

Outras dificuldades enfrentadas pela equipe é a falta de alguns materiais como anilhas para identificar os animais. Segundo Torezani já faz alguns anos que as anilhas são uma deficiência, o que impede de se fazer um acompanhamento mais aprofundado dos animais que são devolvidos à natureza. “Quando fazemos a soltura, ficamos dois dias no local para acompanhar o processo, mas sem as anilhas, se voltarmos no mesmo lugar meses depois não saberemos qual foi o real resultado da adaptação”, explica.

Apreensão

A apreensão de quase 1500 animais foi resultado do combate ao tráfico realizado pelo IBAMA, em parceria com diversos órgãos, entre eles a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Com a chegada dos animais apreendidos, a capacidade do centro quase chegou ao limite, que é de 2500 animais. “Em breve estaremos com muito menos, já que boa parte será devolvida à natureza na próxima semana”, informa Torezani.

Quase todos os animais a serem soltos são parte dos lotes apreendidos recentemente. A maioria deles é formada de pássaros de diversas espécies, entre elas, cardeais, pintassilgos e pombas de asa branca, mas há também jabutis e macacos pregos. “Acreditamos que pelo menos 1300 deles terão condição de serem soltos”, informa. Continuarão no Cetas aqueles que ainda se encontram sem condições físicas de ganhar a liberdade.

E pela situação em que chegaram ao centro, pouco mais de duas semanas atrás, o número de animais em condição de retornar a natureza é surpreendentemente alto. Os pássaros, por exemplos, foram encontrados em gaiolas apertadas, que, no máximo, cabem 30 deles, mas os traficantes chegam a colocar entre 60 e 80. “Chegam estressados e muito debilitados. Alguns pássaros são apenas pena e osso”, relata. Apesar de todo cuidado oferecido pela reduzida equipe do centro, uma parte dos animais não resistem aos maus-tratos dos traficantes. Segundo Torezani, a mortandade entre os animais que chegam ao centro é de 5%. “Considero que não seja alta. O fato é que tem situações que não se pode fazer muita coisa. O que pode ser feito por eles, fazemos”.

Identificação e soltura

Os quase 1500 animais que chegaram ao centro passaram por diferentes etapas até se encontrarem aptos a serem soltos novamente. O primeiro processo é o de identificação, que é seguido pelo atendimento médico, quando recebem vitaminas e são vermifugados. Depois seguem para gaiolas que são colocadas em viveiros para os animais se acostumarem com os outros que já se encontravam ali. Em seguida passam a viver soltos nos viveiros, onde podem exercitar o voo (no caso dos pássaros) e se prepararem para voltar à natureza.

Para a soltura, o Cetas conta com duas áreas na Caatinga e mais duas no Litoral Norte. A área na qual os animais apreendidos recentemente serão libertados fica a 300 km de Salvador. “Preferimos não dizer onde é por motivos de segurança dos próprios animais”, explica Torezani. Ele acrescenta ainda que o IBAMA está cadastrando mais cinco áreas no estado que estarão disponíveis para este trabalho em breve.

Áreas destinadas a receber os animais apreendidos, segundo o coordenador do centro, têm que atender alguns pré-requisitos. Além de serem áreas de mata, devem ter uma vizinhança capaz de auxiliar na segurança dos animais. Para tanto, o Cetas faz um trabalho de educação ambiental nessas regiões. “Conversamos com donos de fazendas e todos os moradores da região, além de fazermos trabalhos em escolas. Nessas áreas onde soltamos os animais, toda a comunidade está engajada. Além de não caçarem, os moradores expulsam caçadores ou avisam à polícia ambiental sobre qualquer suspeito”, disse.

Muitos dos animais que se encontram hoje no Cetas não voltarão para a natureza. Alguns por terem sido criados em cativeiro e, por isso, não terem condição de readaptação. “Temos, por exemplo, uma raposa que foi criada como um cachorro, mas com o tempo os donos entenderam que se tratava de um animal selvagem com extintos de sobrevivência e acabaram desistindo. Esta raposa está há seis anos aqui conosco”, conta a veterinária Fernanda Azevedo. Outros animais estão nessa situação por serem de espécies hibridas. “Os criadores misturam as espécies e o resultado são animais que não encontrarão pares na natureza, podendo ser facilmente rejeitados. É o caso de alguns macacos que temos aqui, os quais não conseguimos lhes dar uma identificação”, explica.

Entre aqueles que não são soltos, muitos têm como destino ou um zoológico ou criadores autorizados. “Não é o ideal, mas ao menos eles terão uma chance de sobrevivência, pois são animais já ‘humanizados’, sem condições de voltar à natureza”, argumenta a veterinária. Para ela, o zoológico apresenta a vantagem de usá-los como meio de educar as pessoas, através de placas informativas e dos estagiários que passam as informações para os visitantes. Em relação aos criadores, Torezani desmente a ideia equivocada que se tem de que o Cetas entrega animais para criadores para serem comercializados por eles. “Isso não é verdade, o que fazemos é doar animais para serem criados por pessoas capacitadas, que podem, por sua vez, comercializar, legalmente, as crias dos animais doados”.

Comércio ilegal

Pelo número de animais que chegam ao Cetas, não é difícil concluir que o tráfico de animais silvestres continua forte. Segundo Torenzine, apesar de todos os esforços dos órgãos competentes, o comércio ilegal continua intenso. “De acordo com a Rede nacional de Combate ao Tráfico de Animais, este tipo de negócio só perde para o tráfico de armas e drogas, mundo afora”, conta. Em Salvador, por exemplo, o coordenador do Cetas acredita que mais de 70% dos animais são de vendidos de forma ilegal. “Apesar da fiscalização, é muito fácil encontrá-los em feiras livres ou em comércio de fundo de quintal”. Ele informa ainda que os animais que são vendidos de maneira legal vêm com anilhas de identificação, micro chips e nota fiscal.

ICMBio - Programa de Voluntariado CEMAVE e ESEC- Raso da Catarina!


Victor Souza
victor.souza@icmbio.gov.br

Cabedelo-PB (29/04/2013) - O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE/ICMBio) e a Estação Ecológica (ESEC) do Raso da Catarina, sediada em Paulo Afonso (BA), anunciam que já estão abertas as inscrições para a seleção do Programa de Voluntariado.

Com apoio da Fundação Biodiversitas e da Serra Branca Lear's Foundation, a iniciativa tem como objetivo preparar estudantes universitários e a comunidade local para contribuírem nas ações realizadas pelo centro e a unidade de conservação (UC), ambas geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aproximando a sociedade da gestão de áreas protegidas. Além disso, também vai ao encontro dos objetivos do Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Arara-Azul-de-Lear – que está em sua 2a edição, publicada em 2012 –, buscando o envolvimento das comunidades da área de ocorrência da espécie na sua conservação.

São oferecidas 40 vagas em duas linhas de trabalho: monitoramento populacional de espécie ameaçada (Censo da Arara-Azul-de-Lear) e monitoramento da avifauna em unidades de conservação federais (abrangendo a Floresta Nacional de Contendas do Sincorá e a Estação Ecológica do Raso da Catarina, localizadas na Bahia, além da Reserva Biológica Guaribas e a Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo, ambas na Paraíba).

A principal atividade a ser desenvolvida pelos voluntários são estimativas populacionais, com a oportunidade de conhecer métodos de contagem e captura de aves, além da fantástica biodiversidade regional. O trabalho voluntário tem duração de junho a dezembro, com carga horária mínima de 72 horas/mês. Após a seleção dos inscritos haverá a capacitação dos métodos por meio da participação dos selecionados nas atividades habitualmente desenvolvidas pelos servidores do ICMBio.

O Programa de Voluntariado não gera qualquer vínculo empregatício entre as partes, sendo voltado para toda a comunidade. Os interessados devem necessariamente satisfazer os seguintes requisitos:

I - ter mais de 18 anos;
II - possuir carteira de identidade ou qualquer outro documento público de identificação;
III - não apresentar pendências junto aos órgãos ambientais de meio ambiente.

Período: junho a dezembro 2013

Local: Estação Ecológica Raso da Catarina-BA, Floresta Nacional Contendas do Sincorá-BA, Estação Biológica de Canudos-BA, Reserva Biológica Guaribas-PB, Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo-PB.

Número de Vagas: 40 Vagas

Os interessados têm até o dia 12 de maio para realizar a inscrição no processo seletivo. Para acessar o formulário de inscrição, clique aqui.

Comunicação ICMBio Nordeste
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