4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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Documentários Ambientais - Terra - Passado Catastrófico, Viagem ao centro da Terra, O Campo Magnético da Terra e Mega Construções - Plataformas de Petróleo.

Olá queridos (as) leitores (as), estou postando alguns documentários ambientais sobre diversos temas. Informa que o site 4shared só permite o download dos arquivos para usuários cadastrados no site. Sendo assim, para que possa efetuar o download dos arquivos, filmes e documentários ambientais peço que façam o seu cadastro no 4shared. Se tiverem dúvidas, deixem um comentário na postagem que irei responder. 

Att: Franklin Oliveira

Discovery Channel Brasil - Terra - Passado Catastrófico

Terra que habitamos teve um passado violento e, quem sabe, terá um futuro incerto. Na primeira parte do programa Passado Catastrófico da Terra, descubra as forças devastadoras que construíram majestosas montanhas e imensos oceanos, que destruíram os dinossauros e que ajudaram a criar novas formas de vida. Na segunda parte, conheça as violentas forças que ainda se encontram em ação e saiba como a Terra mudará no futuro.

Gênero: Documentário
Episodio: Passado Catastrófico da Terra
Idioma: Português
Legenda: Dublado
Formato: AVI


Discovery Channel - Viagem ao centro da Terra - Dublado

Apesar de 71 por cento da superfície da Terra ser coberta por água, o núcleo do planeta tem um calor comparável à superfície do Sol. Descubra nesta infografia como seria uma hipotética viagem ao centro do nosso planeta.

Muito antes que a humanidade fabricasse brocas capazes de perfurar 300 quilômetros de crosta terrestre por dia, Julio Verne sugeriu a ideia de chegar ao centro da Terra em um romance. Viagem ao centro da Terra foi publicado em 1864 e narra as aventuras de um professor, seu sobrinho e um guia que, seguindo um relato do século XII, entram por um vulcão para chegar ao centro da Terra. No livro, os exploradores encontram um mar interno, criaturas mesozoicas e outras raridades. Mas graças à ciência moderna, sabemos que uma viagem ao centro da Terra não só é impossível, como nenhum dos mágicos cenários descritos por Verne é plausível.

O livro foi adaptado para o cinema em 1959 e a fantástica hipótese de um mundo subterrâneo foi retomada tanto na ficção literária como no cinema e na TV inúmeras vezes.

Gênero: Documentário
Episodio: Viagem ao centro da Terra
Idioma: Português
Legenda: Dublado
Formato: AVI


National Geographic - O Campo Magnético da Terra - Legendado

O campo magnético da terra, protetor de todas as formas de vida no planeta está sob constante ataque pela radiação cósmica. O escudo invisível que nos protege está se enfraquecendo próximo ao litoral brasileiro, podendo ocasionar um risco muito grande de exposição letal à radiação.

Gênero: Documentário
Episodio: O Campo Magnético da Terra
Idioma: Português
Legenda: Legendado
Formato: RMVB


Discovery Channel Brasil - Mega Construções - Plataformas de Petróleo

Em assunto de tecnologia, a mente humana não mede esforços. A série Mega Construções nos leva em uma aventura pelo mundo científico e nos mostra uma das mais fantásticas visões sobre o futuro já filmadas.

Os Diques de Veneza

Saiba quais as técnicas utilizadas por engenheiros e peritos para evitar que uma das cidades mais belas do mundo seja tragada pelas águas do mar.

Gênero: Documentário
Episodio: Mega Construções - Plataformas de Petróleo
Idioma: Português
Legenda: Legendado
Formato: WMV


Olá queridos (as) leitores (as), estou postando alguns documentários ambientais sobre diversos temas. Informa que o site 4shared só permite o download dos arquivos para usuários cadastrados no site. Sendo assim, para que possa efetuar o download dos arquivos, filmes e documentários ambientais peço que façam o seu cadastro no 4shared. Se tiverem dúvidas, deixem um comentário na postagem que irei responder. 

Hora do Planeta 2013 - O Blog Sou Ecológico também vai apagar suas luzes e lança seu desafio para todos os leitores do blog. Confira!


Este ano a Hora do Planeta 2013, ou seja, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num acto simbólico de preocupação ambiental, começando na Austrália e percorrendo todo o globo terrestre, acontece no dia 23 de Março, das 20h30 às 21h30.

Desafie-se e desafie os seus amigos, familiares ou colegas a salvarem o Planeta!

Prometa que vai: Nadar com um tubarão branco…ou ficar 24h sem usar luz elétrica…ou que, vai saltar de para-quedas…se alguém, ou algumas pessoas, fizerem algo de positivo pelo nosso Planeta. Faça de uma simples acção um movimento a favor da única casa que temos para morar – o Planeta Terra. A campanha I will if you will, da WWF, convida pessoas de todos os cantos do mundo a fazerem os seus desafios a outros cidadãos de forma a que, juntos se comprometam a combater o aquecimento global.

Não se esqueça de começar já a fazer ou a pensar no seu desafio, insira-o depois na página do Youtube e partilhe-o connosco e com as pessoas a quem o dirige. Para isso, terá apenas que fazer um vídeo (ou não) prometendo fazer alguma coisa inesperada, em troca de algo sustentável que amigos, familiares, colegas e até mesmo desconhecidos, possam colocar em prática.

É tão fácil quanto isto, participar na campanha I will if you will! Saiba ainda que... Em 2012, sete mil cidade de 152 países aderiram à Hora do Planeta. Em Portugal mais de 80 localidades aderiram à Hora do Planeta 2012 e Lisboa viveu momento mágico numa Parada de Velas, na Praça do Município onde mais de uma centena de pessoas acenderam as velas que foram colocadas sobre os logos do Panda e do 60+.




O Blog Sou Ecológico também vai lançar o seu desafio! Até o dia 23 de Março de 2013 Blog Sou Ecológico desafia você que está lendo essa mensagem a compartilhar essa ação com seus amigos, parentes e familiares. Vamos convidar TODOS a participar também.

Meta até o dia 23 de Março: 20.000 compartilhamentos.

Humanidade precisará de "três planetas" em 2050.


São Paulo - Se as demandas de recursos naturais utilizados na Terra continuarem a aumentar como nos últimos 20 anos, precisaremos de quase três planetas em 2050. É o que diz o relatório Living Planet, que reúne dados científicos sobre o meio ambiente e é produzido a cada dois anos pelo WWF. Divulgado nesta terça-feira, a pouco mais de um mês da Rio+20, o documento traz um segmento especial que compara a situação do planeta no caminho entre as duas conferências históricas realizadas no Brasil, a Rio 92 e a que terá início a partir do dia 13 de junho.

Segundo o relatório, as condições do planeta pioraram apesar dos esforços da Rio 92. O mundo hoje emite 40% mais gases poluentes, teve uma perda de biodiversidade de 12%, as florestas diminuíram 3 milhões de metros quadrados, o número de pessoas vivendo em cidades, que consomem 75% da energia do planeta, aumentou 45% e a produção de comida, que consome a maior parte da água doce do planeta, também aumentou 45%.

No entanto, alguns sinais são positivos, como o aumento na eficiência do uso dos recursos naturais e a queda no desmatamento de florestas. A organização acredita que até 2050 seja possível reverter a situação de degradação ambiental. "Nós temos a capacidade de criar um futuro próspero com comida, água e energia para os 9 ou 10 bilhões de pessoas que vão habitar o planeta em 2050, mas apenas se todos nós — governos, comunidades, cidadãos — nos prepararmos para esse desafio", afirma Jim Leape, diretor geral da WWF. De acordo com Leape, a Rio+20 representa o momento oportuno para que a busca práticas que enfrentem o problema seja renovada.

"Vinte anos após a histórica Cúpula da Terra, a Rio+20 pode e deve ser o momento para os governos entrarem em acordo sobre um novo caminho para a sustentabilidade. É uma oportunidade única para haver uma congregação de comprometimento, em que países de diferentes regiões ,como a bacia do Congo e o Ártico, se unam para o melhor uso de recursos que eles compartilham; em que empresas que competem no mercado unam forças para incorporar a sustentabilidade em suas cadeias de produção e para que passem a fornecer produtos que utilizem menos recursos; em que os fundos soberanos e de pensões passem a investir mais em empregos verdes", diz. Conheça os destaques do relatório:

Mudança Climática

Criada durante a Rio 92, a Convenção da ONU sobre Mudança Climática (UNFCCC, sigla em inglês) conseguiu que os países assinassem o Protocolo de Kyoto, acordo em que se comprometiam a minimizar as emissões de gases causadores do aquecimento global. Sem a adesão dos Estados Unidos, o tratado caiu em desuso, principalmente após o Canadá anunciar que pularia fora em 2011. Segundo o relatório, apesar das manchetes geradas pelo fator que se tornou a principal questão ambiental conjunta, as emissões de carbono continuaram a aumentar: 40%, de 1992 a 2011, de acordo com o programa ambiental da ONU (Pnud).

Como consequência, o nível de carbono a atmosfera aumentou 9% desde a Rio 92 e as camadas de gelo no Ártico durante o verão diminuíram 35%, atingindo picos em 2007 e 2011. O relatório cita os esforços voluntários de países como o Reino Unido, que aprovou uma lei em 2008 que requer a redução de 80% nas emissões de gases no país até 2050. Mas afirma que apesar dos esforços, os países até agora falharam em conseguir um acordo global para metas de redução.

Biodiversidade

Criada no Rio, a Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica conseguiu aprovar em 2010 o Protocolo de Nagoya, que regulamenta o uso dos recursos genéticos. No entanto, os esforços para a preservação da biodiversidade não impediram perdas de 12% da diversidade global e 30% da diversidade nos trópicos, segundo o índice do Living Planet.

Florestas

Considerada uma das falhas da Rio 92, a não produção de um tratado para combater o desmatamento de florestas fez com que três milhões de metros quadrados de vegetação fossem perdidos. Segundo o relatório, o montante equivale ao tamanho da Índia. No entanto, o Living Planet afirma que o desmatamento tem caído na última década e aponta para esforços iniciativas como as do Brasil, que apresentou uma queda de 70% no desmatamento da Amazônia desde 2004. Além disso, as áreas e parques protegidos aumentaram de 9% a 13% desde a Rio 92.

Impacto humano

O impacto humano sobre o meio ambiente é medido em três componentes: tamanho da população, consumo e eficiência de recursos utilizados. No século passado, o principal impacto foi causado pelo aumento populacional, que quadruplicou durante os 1900. Desde a Rio 92, a população do planeta cresceu 26%, atingindo 7 bilhões em 2011. Ainda assim, há uma perspectiva de diminuição na tendência. Nos últimos 20 anos, a taxa de crescimento caiu de 1.65% para 1.2%. Possivelmente, a população pare de crescer até o final deste século. No entanto, o aumento no consumo tem causado as maiores preocupações em relação ao impacto humano no ambiente. A produção de comida aumentou 45% desde a Rio 92 e a extração de materiais 41%, índice bem acima do crescimento populacional. O mundo chega na Rio+20 com o dobro de produção de plástico e com um crescimento de 230% na produção de cimento.

O planeta ainda consegue alimentar os 7 bilhões de habitantes porque houve um acréscimo de 45% na produção de alimentos em 20 anos comparado a um crescimento de 26% da população. No entanto, o relatório afirma que o impacto ecológico é insustentável. Um dos fatores é o aumento no consumo de carne, que passou dos 34 quilos por ano por cidadão, em 1992, a 43 quilos ao ano, em 2011. Os rebanhos são responsáveis por 18% das emissões de gases causadores do aquecimento global. Outro fator é que o aumento da produtividade global se deu pelo uso de agroquímicos, que necessitam de muita energia para serem produzidos. A estimativa é que se consome entre sete e dez calorias para produzir uma caloria de alimento.

Água

A área utilizada para irrigações no mundo cresceu 21% nos últimos 20 anos. Agora a irrigação consome 70% das águas extraídas de rios e reservas subterrâneas. Se a chuva for levada em consideração, a produção de alimentos responde a 92% do consumo de água humano. Com muitos rios secando, 2,7 bilhões de pessoas sofrem com graves períodos de seca pelo menos em um mês ao ano. O relatório lembra que a problemática da água, uma crise global que vem emergindo rapidamente, mal foi discutida durante a Rio 92.

Pesca

Apesar de os oceanos estarem sofrendo com a escassez de peixes devido à redução dos estoques causados pela pesca em excesso, as fontes selvagens estão sendo substituídas por criações. A produção de peixes sustentáveis, afirma o relatório, cresceu 260% desde a Rio 92.

Fonte: EXAME Brasil

A Hora do Planeta é hoje e já começou: O Blog Sou Ecológico apoia essa ação

A Hora do Planeta é hoje. Apague suas luzes às 20h30.

A Ilha de Samoa foi a primeira a apagar suas luzes pela Hora do Planeta, às 5:30 do horário de Brasília. Aqui no Brasil, todas as capitais estaduais e Brasília aderiram formalmente à Hora do Planeta.  130 cidades apagarão as luzes de mais de 550 monumentos e pontos turísticos ou históricos significativos. 

A Ilha de Samoa foi a primeira a apagar suas luzes pela Hora do Planeta, às 5:30 do horário de Brasília. O Aeroporto Internacional de Faleolo ficou escuro e a comunidade se reuniu no local para lançar uma série de atividades sustentáveis que realizarão no próximo ano, ilustrando o seu compromisso para um futuro mais limpo e seguro.

Até o ano passado, Samoa era o último recanto da terra a apagar as luzes pela Hora do Planeta. A ilha tinha seu horário diferenciado dos vizinhos Asiáticos desde 1892, quando foram convencidos pelos negociantes americanos a mudar seu horário para coincidir com o do leste da linha internacional de fusos horários, de forma a facilitar os negócios com a costa oeste dos Estados Unidos.

Com a mudança, o último lugar a apagar suas luzes após a onda global da Hora do Planeta será as Ilhas Cook, também no Oceano Pacífico.

Um dos primeiros monumentos do mundo a ficar no escuro foi o Auckland Sky Tower, o edifício mais alto da Nova Zelândia. Os mercados noturnos na cidade de Tauranga, também na Nova Zelândia, também reuniram uma grande multidão. Em Fiji, apesar das inundações devastadoras, as luzes também já foram apagadas.  

Este ano, 150 países e territórios já estão enviando e ainda enviarão a mensagem de alerta a todo o mundo para o combate às mudanças climáticas.  6.494 cidades apagarão suas luzes exatamente às 20h30, hora local.

A Hora do Planeta começou em 2007 com uma iniciativa da cidade de Sidney, na Austrália, e vem crescendo para se tornar a maior ação voluntária pelo planeta da terra. 

"Com o apagar das luzes em todo o mundo, queremos que todos se lembrem que esta hora de escuridão é a inspiração para o que está por vir - um compromisso de todos nós para fazer mudanças ambientais positivas em nossas vidas. Comece por fazer o seu próprio compromisso e incentive aqueles ao seu redor a fazer o mesmo ", disse o co-fundador e diretor-executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley.

O apagar das luzes é um ato simbólico – simples e factível – que a campanha Hora do Planeta estabeleceu para sinalizar aos governantes do mundo sobre a necessidade de que providências sejam tomadas agora para minimizar as mudanças climáticas.

Brasil: está chegando a Hora 
Aqui no Brasil, todas as capitais estaduais e Brasília aderiram formalmente à Hora do Planeta.  130 cidades apagarão as luzes de mais de 550 monumentos e pontos turísticos ou históricos significativos.  

No Rio de Janeiro, cidade-âncora do evento deste ano, serão apagados o Arpoador, a Igreja da Penha, o Cristo Redentor, o Jockey Club, entre outros monumentos. O evento organizado pelo WWF-Brasil acontecerá no Arpoador com atrações musicais e artísticas e iluminação de LED.

“Queremos que todos venham participar conosco da Hora do Planeta para assumirmos celebramos esse movimento mundial e reforçarmos o compromisso de fazermos as mudanças que queremos no país e no mundo por um futuro mais sustentável”, afirmou Regina Cavini, superintendente de Comunicação e Engajamento do WWF-Brasil.

Fonte: WWF BRASIL
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