4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
Mostrando postagens com marcador Aquecimento Global. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aquecimento Global. Mostrar todas as postagens

'O aquecimento global é uma mentira', é o que afirma o Climatologista Ricardo Augusto.

Confiram a entrevista realizada com o Climatologista Ricardo Augusto (Prof.Departamento de Geografia da USP que Estuda Climatologia) no Programa do Jô exibida no dia 02/05/2012. O mesmo defendeu com toda garra que esse negócio de aquecimento global não existe, no entanto não chegou a citar e nem mesmo a comentar sobre alguns dos documentários mais conhecidos pelo mundo: (Uma Verdade Inconveniente (Al Gore)), (Uma Verdade mais que Inconveniente (Karen Soeters)) e nem mesmo um outro bastante conhecimento (A Grande farsa do Aquecimento Global - Exibido no canal britânico). No meu ponto de vista falta muito conhecimento para ele falar sobre aquecimento global.

Confira algumas frases ditas pelo Climatologista destacadas por mim:

  1. Aquecimento Global não tem provas científicas;
  2. Se cortasse árvores não ia mudar o clima do planeta;
  3. O homem mexe no planeta e não mexe nada;
  4. O nível do mar não está subindo;
  5. Efeito estufa é uma física impossível;
  6. Efeito estufa Conceito científico que não exite;
  7. Afirma que não há o efeito estufa;
  8. Camada de ozônio é uma coisa que não existe;
  9. CFCs não destrói a camada de ozônio;
  10. A influência do desmatamento no clima global não existe;

ASSISTAM A ENTREVISTA



Depois dessa entrevista eu não sei se fico mais aliviado ou mais preocupado.

Para quem quer baixar os documentários que citei acima acesse o meu blog. No final do blog tem vários documentários. Vou publicar esse vídeo em meu blog vai ser um ótimo debate.


E PARA VOCÊ O AQUECIMENTO GLOBAL EXISTE OU NÃO EXISTE? COMENTE!


Texto escrito por: Franklin Oliveira
Citações: Retiradas da entrevista
Fonte da entrevista: Programa do Jô

Estudo mostra efeitos da redução de gelo e neve em animais e plantas

Quantidade de alguns seres vivos diminui, impactando cadeia alimentar. Plantas de regiões frias também podem ficar mais vulneráveis.

Animais e plantas sofrem ameaças do derretimento da cobertura de gelo nos polos e da redução da quantidade de neve. Um novo estudo, publicado na edição de abril da revista científica "BioScience", analisou pela primeira vez os impactos de longo prazo dessas mudanças nos organismos vivos.

A quantidade de micróbios que vivem abaixo da camada de gelo, por exemplo, diminui com o derretimento, segundo a pesquisa. Isto impacta toda a cadeia alimentar que se inicia no microorganismo.
Assim, o número de microalgas que se alimentam dos micróbios também cai, levando à redução dos crils. Eles, por sua vez, são fonte de alimento para pássaros e mamíferos marinhos.
Já a alteração na quantidade de neve pode impactar a disponibilidade de terra para determinadas espécies de plantas. Além disso, a camada de neve que cobre o solo pode funcionar como um isolante térmico, que preserva as raízes dos vegetais. Menos neve poderia levar a raízes mais sucetíveis a doenças.
Os cientistas que conduziram o estudo fazer parte de um grupo de pesquisa interdisciplinar chamado Rede de Pesquisa Ecológica de Longo Termo.

Exemplar de foca-harpa, encontrada na costa do Canadá e parte da Groelândia. Derretimento do gelo afeta reprodução da espécie. (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)

A Hora do Planeta é hoje e já começou: O Blog Sou Ecológico apoia essa ação

A Hora do Planeta é hoje. Apague suas luzes às 20h30.

A Ilha de Samoa foi a primeira a apagar suas luzes pela Hora do Planeta, às 5:30 do horário de Brasília. Aqui no Brasil, todas as capitais estaduais e Brasília aderiram formalmente à Hora do Planeta.  130 cidades apagarão as luzes de mais de 550 monumentos e pontos turísticos ou históricos significativos. 

A Ilha de Samoa foi a primeira a apagar suas luzes pela Hora do Planeta, às 5:30 do horário de Brasília. O Aeroporto Internacional de Faleolo ficou escuro e a comunidade se reuniu no local para lançar uma série de atividades sustentáveis que realizarão no próximo ano, ilustrando o seu compromisso para um futuro mais limpo e seguro.

Até o ano passado, Samoa era o último recanto da terra a apagar as luzes pela Hora do Planeta. A ilha tinha seu horário diferenciado dos vizinhos Asiáticos desde 1892, quando foram convencidos pelos negociantes americanos a mudar seu horário para coincidir com o do leste da linha internacional de fusos horários, de forma a facilitar os negócios com a costa oeste dos Estados Unidos.

Com a mudança, o último lugar a apagar suas luzes após a onda global da Hora do Planeta será as Ilhas Cook, também no Oceano Pacífico.

Um dos primeiros monumentos do mundo a ficar no escuro foi o Auckland Sky Tower, o edifício mais alto da Nova Zelândia. Os mercados noturnos na cidade de Tauranga, também na Nova Zelândia, também reuniram uma grande multidão. Em Fiji, apesar das inundações devastadoras, as luzes também já foram apagadas.  

Este ano, 150 países e territórios já estão enviando e ainda enviarão a mensagem de alerta a todo o mundo para o combate às mudanças climáticas.  6.494 cidades apagarão suas luzes exatamente às 20h30, hora local.

A Hora do Planeta começou em 2007 com uma iniciativa da cidade de Sidney, na Austrália, e vem crescendo para se tornar a maior ação voluntária pelo planeta da terra. 

"Com o apagar das luzes em todo o mundo, queremos que todos se lembrem que esta hora de escuridão é a inspiração para o que está por vir - um compromisso de todos nós para fazer mudanças ambientais positivas em nossas vidas. Comece por fazer o seu próprio compromisso e incentive aqueles ao seu redor a fazer o mesmo ", disse o co-fundador e diretor-executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley.

O apagar das luzes é um ato simbólico – simples e factível – que a campanha Hora do Planeta estabeleceu para sinalizar aos governantes do mundo sobre a necessidade de que providências sejam tomadas agora para minimizar as mudanças climáticas.

Brasil: está chegando a Hora 
Aqui no Brasil, todas as capitais estaduais e Brasília aderiram formalmente à Hora do Planeta.  130 cidades apagarão as luzes de mais de 550 monumentos e pontos turísticos ou históricos significativos.  

No Rio de Janeiro, cidade-âncora do evento deste ano, serão apagados o Arpoador, a Igreja da Penha, o Cristo Redentor, o Jockey Club, entre outros monumentos. O evento organizado pelo WWF-Brasil acontecerá no Arpoador com atrações musicais e artísticas e iluminação de LED.

“Queremos que todos venham participar conosco da Hora do Planeta para assumirmos celebramos esse movimento mundial e reforçarmos o compromisso de fazermos as mudanças que queremos no país e no mundo por um futuro mais sustentável”, afirmou Regina Cavini, superintendente de Comunicação e Engajamento do WWF-Brasil.

Fonte: WWF BRASIL

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: A Grande Farsa do Aquecimento Global


A Grande Farsa do Aquecimento Global é um documentário produzido pelo britânico Martin Durkin e exibido no dia 8 de março de 2007 para a Channel 4 (mesma produtora de Beyond Citizen Kane) que apresenta idéias opostas àquelas sobre as quais se baseiam os estudos sobre o aquecimento global.

O filme apresenta cientistas, economistas, políticos, escritores e outros céticos do consenso científico sobre o aquecimento global antropogênico. A publicidade ao programa afirma que o aquecimento global provocado pelo homem é uma mentira, o maior embuste dos tempos modernos.

O canal 4 britânico, que exibiu o documentário no dia 8 de março de 2007, descreveu o filme como "uma polêmica que une as opiniões bem documentadas de cientistas respeitados para alcançar as mesmas conclusões. Este é um filme controverso, mas sentimos que é importante que todos os lados do debate sejam ouvidos".

A precisão do programa foi criticada em pontos de vista diversos e vários comentaristas o criticaram, dizendo que é parcial apresenta fatos fabricados e que a opinião prevalecente acerca do aquecimento global é apoiada por todas as academias científicas países desenvolvidos e outras organizações científicas. O filme contraria as posições destas instituições científicas entrevistando cientistas como Richard Lindzen e outros contribuintes para os relatórios do IPCC, que discordam das explicações que atribuem o aquecimento global a atividades humanas.

Algumas citações importantes do filme:

"Imaginamos que vivemos numa era de razão, e o alarme acerca do aquecimento global aparece como ciência; mas não é ciência, é propaganda." Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris.

"Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado." Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa.

"O movimento ambientalista tornou-se a maior força que impede o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos." Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.

ASSISTA O DOCUMENTÁRIO COMPLETO
Fonte 1: Filmow
Fonte 2: Tempo Final

Caro leitor (a), este documentário é bastante interessante e apresenta comprovações de que o Aquecimento Global é uma farsa inventada pelos seres humanos. Ele faz uma contradição sobre o outro documentário "Uma verdade inconveniente". Aqui apenas trago algumas informações sobre o documentário e também disponibilizo o mesmo para que assistam pelo You Tube. No entanto, estarei publicando nos próximos dias aqui no Sou Ecológico três documentários para download: Uma verdade inconveniente, Uma verdade mais que inconveniente e A grande farsa do aquecimento global. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas.

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: O papel do carbono

De acordo com a publicação Perguntas e Respostas sobre Aquecimento Global (PDF 3.044 KB - Baixar Arquivo), do Ipam, as duas principais fontes antropogênicas que contribuem para as emissões de gases de efeito estufa são a queima de combustíveis fósseis (gás natural, carvão mineral e especialmente petróleo) e o desmatamento.

A queima dos combustíveis fósseis ocorre principalmente devido ao setor de produção de energia (termelétricas), industrial e de transporte (automóveis, ônibus, aviões, etc.). Além disso, os reservatórios naturais de carbono e os ecossistemas com a capacidade de absorver CO2, chamados de sumidouros, também estão sendo afetados por ações antrópicas.

Já as florestas, que representam um importante estoque natural de carbono, estão cada vez mais sofrendo desmatamentos e queimadas. Essas ações humanas liberam o carbono armazenado na biomassa florestal para a atmosfera, na forma de CO2, contribuindo para o aumento do efeito estufa.

O clima na imprensa
45% dos textos sobre mudanças climáticas publicados em 50 periódicos, no período 2005-2007, mencionaram gases geradores do efeito estufa. Porém menos da metade desse material explicita as fontes de emissão desses gases.
Já 6% de todos os artigos, editoriais, entrevistas, colunas e matérias veiculados – independentemente de mencionarem gases ou não – salientam a importância do desmatamento para o efeito estufa, especialmente no caso brasileiro.
Fonte: Pesquisa Mudanças Climáticas na Imprensa Brasileira. ANDI e Embaixada Britânica.


Ainda de acordo com a publicação, a concentração de CO2 na atmosfera começou a aumentar a partir da revolução industrial (final do século XVIII), que demandou a queima de carvão mineral e petróleo como fontes de energia.

Desde então houve um aumento de 280ppm (partes por milhão) no ano de 1750 para uma média de 379ppm em 2005, o que representa um incremento de aproximadamente 31%. “Este acréscimo implica o aumento da capacidade da atmosfera em reter calor e, conseqüentemente, da temperatura do planeta”, diz o texto.

A concentração de CO2 na atmosfera até 2100 pode alcançar valores de 540 a 970ppm – entre 90% e 250% acima do nível de 1750. Esse cenário de emissões representa um futuro preocupante para os habitantes do planeta. O nível de CO2 na atmosfera deve ser mantido entre 350 e 400ppm para que o aumento da temperatura global não ultrapasse 2°C em relação aos níveis do período pré-industrial evitando, assim, uma interferência perigosa no clima.


O ciclo do carbono


Ainda de acordo com a publicação Perguntas e Respostas sobre Aquecimento Global, elaborada pelo Ipam, o carbono é um elemento básico na composição dos organismos, indispensável para a vida no planeta. Ele é estocado na atmosfera, nos oceanos, nos solos, nas rochas sedimentares e está presente nos combustíveis fósseis (petróleo, carvão mineral e gás natural).

Contudo, diz a publicação, o carbono não permanece fixo em nenhum desses estoques. Existe uma série de interações por meio das quais ocorre a transferência de carbono de um estoque para outro (fluxos), como se pode ver na figura 6, a seguir. Muitos organismos nos ecossistemas terrestres e nos oceanos, como as plantas, absorvem o carbono encontrado na atmosfera na forma de dióxido de carbono (CO2). São os chamados sumidouros de carbono. Eles atuam como ralos, retirando da atmosfera mais carbono do que emitem.




Por outro lado, os vários organismos, tanto plantas como animais, emitem carbono para a atmosfera mediante o processo de respiração. Além disso, devemos levar em conta o importante intercâmbio de carbono entre os oceanos e a atmosfera.

Nesse cenário, o fator problemático, como vimos anteriormente, está na liberação de carbono via queima de combustíveis fósseis e por mudanças no uso da terra (desmatamentos e queimadas, principalmente). Desenvolvidas de forma consciente pelo ser humano, essas atividades alteram os fluxos naturais entre os estoques de carbono e têm um papel fundamental na mudança do clima do planeta.

As emissões anuais de carbono pela queima de combustíveis fósseis – que contribui com a maior parte das emissões globais – foram de aproximadamente 7,2 bilhões de toneladas (média de 2000 a 2005). Já as emissões por mudança de uso do solo atingiram 1,6 bilhão de toneladas (vale lembrar que 1 tonelada de carbono é igual a 3,67 toneladas de CO2).

* A seção Ciência do Clima foi construída com base no paper Mudanças Climáticas Globais: Conceitos e Implicações, produzido para a ANDI pelo físico Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo.


Fonte: Mudanças Climáticas


Não esqueçam que essas informações são apenas uma base. Então procure sempre pesquisar sobre o tema, ler livros e assistir vídeos e filmes. Mantenha-se atualizado (a) sobre essa questão tão importante. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas.  

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: Inventário de emissões de GEE e ISO 14.064


A vontade de tornar-se uma empresa verde hoje passa pela cabeça de muitos empresários, porém nem todos sabem por onde começar. Para aqueles que desejam neutralizar as emissões de gases do efeito estufa (GEE), a primeira recomendação é produzir um inventário.

O inventário de GEE contabiliza, de maneira precisa, as emissões e remoções de GEE da organização e possibilita identificar projetos que gerem créditos de carbono. Especialistas sugerem ainda que o processo seja guiado segundo normas internacionais.

Segundo Felipe Bittencourt, diretor comercial da consultoria Mundus Carbo, normas como o ISO 14.064 e o IPCC 2006 Guidelines for National Greenhouse Gases Inventories ajudam a garantir a confiabilidade dos dados.

O ISO 14.064, que auxilia na criação de um sistema de gestão das emissões de gases do efeito estufa, foi criado em 2006 para padronizar as informações internacionalmente, possibilitando a verificação por uma terceira parte. Organiza-se em três partes: Parte 1 – especificação com orientação a organizações para a quantificação e a elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa; Parte 2 – concentra-se em projetos ou em atividades baseadas em projetos de GEE especificamente concebidos para reduzir emissões ou aumentar a remoção de GEE.  Isso inclui princípios e exigências para determinar os cenários de referência (baseline) do projeto.  Ela também tem o papel de monitorar, quantificar e relatar o resultado do projeto em relação ao baseline definido e prover as bases para que projetos de GEE sejam validados e verificados; Parte 3 – Especificação com orientação para a validação e verificação de declarações de gases de efeito estufa.

Isto dá uma maior transparência para, principalmente, empresas de capital aberto. “Ele permite comparações e, convenhamos, é interessante saber se você está indo melhor ou pior que o concorrente”, afirma Bittencourt.

A Irani Celulose foi a primeira empresa brasileira a ter o inventário de GEE certificado pelo ISO 14.064 em fevereiro de 2009. A certificação foi feita pela BRTUV, com consultoria da Mundus Carbo, e constatou que a IRANI emitiu, no ano de 2006, 102.478 toneladas de carbono equivalente e removeu da atmosfera 638.630 tCO2e, resultando em uma remoção liquida de 536.152 tCO2e.

Com isso, a empresa ganhou o status de carbono neutro e muita economia.  Com base nas informações do inventário de GEE, a Irani implantou um projeto de cogeração energética (7MW) com gás residual, que resulta na emissão de 17 mil reduções certificadas de emissões (RCEs) por ano; substituiu o uso de óleo BPF por biomassa, substituiu o consumo de GLP e possibilitou a adesão a Bolsa do Clima de Chicago (CCX) com um projeto florestal.

O gerente da qualidade e meio ambiente da Irani Celulose, Leandro Farina, explica que as políticas internas da empresa passaram a levar em conta o Inventário de GEE de modo a reduzir ao máximo suas emissões. Decisões sobre tipo de tratamento de efluentes, produção de energia limpa própria e aproveitamento ou não de resíduos são alguns exemplos de temas que entraram nas pautas de discussões da diretoria.

GHG Protocol

Além do ISO 14.064, o  GHG Protocol é outra ferramenta de medição utilizada mundialmente por empresas e governos na identificação e gerenciamento de suas emissões dos gases de efeito estufa. No Brasil, a organização reúne 60 grandes empresas e, até junho de 2010, havia publicado oficialmente 23 inventários de emissão de GEE . A metodologia do GHG Protocol é compatível com as normas ISO e as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC, com o trabalho promovido pelo Programa Brasileiro. As informações geradas podem ser aplicadas aos relatórios e questionários de iniciativas como Carbon Disclosure Project, Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial – ISE e Global Reporting Initiative – GRI.

Durante o evento de avaliação dos dois anos do Programa Brasileiro GHG Protocol foi lançado o Registro Público de Emissões de GEE. A iniciativa é do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV – GVces em parceria com o World Resources Institute – WRI e significa um primeiro passo na preparação das companhias para os futuros marcos regulatórios que orientarão as ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. A divulgação das emissões setoriais também evidenciará as empresas entre os consumidores, cada vez mais atentos à responsabilidade socioambiental corporativa.

ISO 14066:2011

Esta é uma nova ferramenta internacional da ISO que oferece detalhes sobre o nível de competência exigido por aqueles que são responsáveis pela verificação e validação das emissões de gases do efeito estufa de um determinado inventário ou relatório.

A ISO 14065 especifica os requisitos para organizações que validam e verificam as emissões.


Não esqueçam que essas informações são apenas uma base. Então procure sempre pesquisar sobre o tema, ler livros e assistir vídeos e filmes. Mantenha-se atualizado (a) sobre essa questão tão importante. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas.  

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: A Terra aquece de forma incessante


Segundo o relatório da Nasa, a temperatura média no mundo todo em 2011 foi de 0,51º C mais quente que a linha de base de meados do século XX, e é uma tendência contínua. Assim, os primeiros 11 anos do atual século tiveram temperaturas notavelmente mais altas em comparação com o século XX.

Para Ángel Rivera, porta-voz da Agência Estatal de Meteorologia da Espanha, "A única causa, e os modelos numéricos o confirmam, é que está muito ligado ao efeito dos gases-estufa. "Os cálculos indicam que são estas emissões de dióxido de carbono, CO2, e não outra causa, a que pode forçar este aumento de temperaturas a se mostrar realmente significativo nos últimos anos".

"A onda de ar quente do sul rumo ao norte está dando lugar a maiores fusões no Ártico. Depois, o aumento de água doce acaba influindo nas correntes de ar e, portanto, na criação de anticiclones e tempestades. Essa fusão do Ártico é um dos sinais mais claros de que o planeta esquenta e, sem dúvida, isso tem repercussões na circulação global do planeta, embora não saibamos exatamente como", destaca Rivera.

O Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da Nasa em Nova York, que supervisiona a temperatura da superfície terrestre de forma permanente, divulgou uma análise atualizada que mostra as temperaturas no mundo todo em 2011, em comparação com a temperatura média global de meados do século XX.

Segundo este relatório, a temperatura média no mundo todo em 2011 foi de 0,92º F (0,51º C) mais quente que a linha de base de meados do século XX, e é uma tendência contínua. Assim, os primeiros 11 anos do atual século tiveram temperaturas notavelmente mais altas em comparação com o século XX.

Fonte: Verde Msn

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: Meat The Truth - Uma verdade mais que inconveniente (legendado)

 

Meat the Truth é um documentário que faz um adendo aos filmes anteriores sobre as mudanças climáticas. Embora estes filmes têm conseguido chamar a atenção do público para a questão do aquecimento global, têm ignorado repetidamente uma das mais importantes causas da mudança climática por motivos políticos: a pecuária intensiva. Meat the Truth chama a atenção para isso, demonstrando que a criação de gado gera mais emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo que todos os carros, caminhões, trens, barcos e aviões somados.

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO COMPLETO
Fonte do texto/imagens: Cine Players

Não esqueçam que essas informações são apenas uma base. Então procure sempre pesquisar sobre o tema, ler livros e assistir vídeos e filmes. Mantenha-se atualizado (a) sobre essa questão tão importante. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas.  

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: Crédito de Carbono


1. O que é o comércio de crédito de carbono?

É um sistema que funciona com a compra e venda de unidades correspondentes à redução da emissão de gases que causam o efeito estufa. Os créditos são obtidos com o corte das emissões por países ou empresas.

2. O que são GEEs?

São os gases do efeito estufa, que contribuem para o fenômeno de aquecimento do planeta. Entre eles estão o dióxido de carbono, o monóxido de carbono, metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio.

3. Como o mercado funciona na prática?

Países ou empresas que conseguem reduzir suas emissões abaixo das metas do Protocolo de Kioto geram créditos por essa redução excedente. Depois, eles podem vender esses créditos aos países que poluem acima de suas metas.

4. Quanto vale cada crédito?

Quando um país ou empresa consegue reduzir sua emissão em uma tonelada de CO2, ganha um crédito. Os créditos de carbono são considerados commodities e podem ser vendidos nos mercados financeiros nacionais e internacionais.

5. Quem lucra com isso?

Além dos vendedores de créditos (ou seja, aqueles que reduzem suas emissões de forma mais eficaz), todos acabam ganhando com o sistema. Quem ainda não consegue cortar suas emissões é incentivado a buscar soluções para deixar de gastar com os créditos.

6. Os créditos de carbono já funcionam no Brasil?

No ano passado, o Brasil já possuía 61 empresas com créditos emitidos, totalizando 11,3 milhões de toneladas de CO2 que deixaram de ir para a atmosfera. Esses créditos produziram uma receita equivalente a 90,4 milhões de euros.

7. De quais setores eram essas empresas?

Papel e celulose, usinas de açúcar, madeireiras e fábricas em geral. A Prefeitura de São Paulo também entrou no mercado, que promoveu dois leilões de créditos de carbono do aterro Sanitário Bandeirantes, na zona norte da cidade, em 2007 e 2008.

ASSISTA A REPORTAGEM SOBRE SEQUESTRO DE CARBONO


Fonte: Veja Abril

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: Uma Verdade Inconveniente (Dublado e Completo)


O ex-vice-presidente Al Gore  é motivo de chacota nos Estados Unidos desde sua derrota para George W. Bush na corrida presidencial de 2000, nos Estados Unidos. Os excelentes Trey Parker e Matt Stone sempre o mostraram em South Park com um perdedor patético pela inabilidade de superar esse fato. E, segundo as mentes criadoras do programa, isso resultou em Gore viajar pelo mundo alertando sobre os perigos de uma espécie de Pé Grande, um fantasma chamado de "ManBearPig", que poderia destruir o mundo. Essa sátira explícita foi criada em cima das palestras que Gore vem dando pelo planeta sobre os graves problemas causados pelo aquecimento global e a liberação excessiva de gases CO2. Mas para os desinformados, Gore já faz isso desde a sua eleição para a Câmara de Deputados nos anos 70 e não por causa de sua derrota para Bush. Uma verdade inconveniente (An inconveniente truth, 2006) é o registro cinematográfico sobre essa faceta de Gore desconhecida do grande público.

O documentário é essencialmente uma versão em película do slide-show que Gore vem exibindo desde 1978 sobre a sistemática destruição do meio ambiente, devido ao dióxido de carbono preso na atmosfera terrestre. Segundo Gore, o debate está terminado. A comunidade científica concorda que o planeta está aquecendo e os responsáveis somos nós. Os efeitos têm sido e serão ainda mais catastróficos. Em sua palestra, Gore apresenta dados factuais que as calotas polares estão derretendo, o nível dos oceanos está subindo e o clima vem apresentando mudanças drásticas de comportamento. Isso tudo resulta numa constância de furacões, enchentes, seca, praga de insetos e epidemias. O efeito no futuro será um caos político, econômico e social.

O filme abre com Gore falando para um auditório apoiado por projeções, slides e vídeos. Até o humor se faz presente com um pequeno curta de Matt Groening, criador dos Simpsons. Ao mesmo tempo, o acompanhamos em aeroportos, dentro do carro e quartos de hotel, representando que a sua cruzada tem sido pelo mundo e não só nos Estados Unidos. Chega a ser surpreendente vê-lo articulado, inteligente, entendido e passional sobre o assunto. Bem diferente do monossilábico e atrapalhado candidato a presidência do passado. Ele consegue explicar o problema de forma clara e simples, usando citações de Mark Twain e Upton Sinclair. Ele emprega gráficos com mapas de estatísticas atmosféricas sobre milhões de anos lado a lado com fotografias da Patagônia, do Kilimanjaro, dos Alpes e da Antártida, entre outros locais, para revelar o impacto produzido pelo homem durante anos no meio ambiente. Chega a mostrar a diferença do que foi noticiado pelos os veículos de mídia norte-americanos e os cientistas sobre as causas do Furacão Katrina. Fica evidente que o lobby protagonizado por certos grupos poderosos influencia os meios de comunicação.

Parte biográfico, o filme também mostra que Gore foi introduzido no assunto quando ainda era universitário, durante uma palestra de Roger Revelle, um professor de Harvard. Revelle foi um dos pioneiros na medição de dióxido de carbono na atmosfera. A família de Gore, que plantava tabaco, também foi uma influência. Ele revela que o falecimento de sua irmã por câncer de pulmão provocou uma mudança na utilização do solo de suas fazendas. Outro fator importante foi a quase morte de seu filho num acidente de carro. Através dessas tragédias pessoais, o filme ganha um lado humano. E com esses elementos fica mais fácil acontecer uma identificação da epístola com os espectadores. Essa conscientização gera uma reflexão: parte do problema poderia ser evitado, se aplicássemos uma série de mudanças em nossos hábitos diários.

Mesmo assim, o cineasta Davis Guggenheim, um veterano da TV (dirigiu episódios de 24 Horas e The Shield), não cai nas armadilhas do patriotismo. Ele utiliza um tom ingênuo para dar ritmo ao filme. Inevitavelmente o tema da corrida presidencial de 2000 chega. Nessa hora, Guggenheim acelera o máximo possível com uma montagem de clipes e alguns comentários pouco eloqüentes de Gore. Um outro ponto negativo é uma certa aura de superstar criada em torno do documentado. Como também incomoda o estilo didático da produção, orientado para converter. Mas vale dizer que Gore não queria fazer o filme e precisou ser persuadido para participar do projeto. Foi convencido pela importância da mensagem, até porque somos ao mesmo tempo os vilões e as vítimas dessa história.

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO COMPLETO



Fonte do Texto: Omelete Uol

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas: A Camada de Ozônio


O que é a camada de ozônio?

Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.
Na atmosfera, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio, como na imagem abaixo:

O que está acontecendo com a camada de ozônio?

Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.

Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

Como os CFCs destroem a camada de ozônio?

Depois de liberados no ar, os CFCs (usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos) levam cerca de oito anos para chegar à estratosfera onde, atingidos pela radiação ultravioleta, se desintegram e liberam cloro. Por sua vez, o cloro reage com o ozônio que, consequentemente, é transformado em oxigênio (O2). O problema é que o oxigênio não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. Uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio.

A quebra dos gases CFCs é danosa ao processo natural de formação do ozônio. Quando um desses gases (CFCl3) se fragmenta, um átomo de cloro é liberado e reage com o ozônio. O resultado é a formação de uma molécula de oxigênio e de uma molécula de monóxido de cloro. Mais tarde, depois de uma série de reações, um outro átomo de cloro será liberado e voltará a novamente desencadear a destruição do ozônio.

Quais os problemas causados pelos raios ultravioleta?

Apesar de a camada de ozônio absorver a maior parte da radiação ultravioleta, uma pequena porção atinge a superfície da Terra. É essa radiação que acaba provocando o câncer de pele, que mata milhares de pessoas por ano em todo o mundo. A radiação ultravioleta afeta também o sistema imunológico, minando a resistência humana a doenças como herpes.

Os seres humanos não são os únicos atingidos pelos raios ultravioleta. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Esses organismos minúsculos estão na base da cadeia alimentar marinha e absorvem mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta.

O que é exatamente o buraco na camada de ozônio?

Uma série de fatores climáticos faz da estratosfera sobre a Antártida uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Os cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Médicos da região têm relatado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão.

O Hemisfério Norte também é atingido: os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) calcula que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo.

Fonte: WWF Brasil



Não esqueçam que essas informações são apenas uma base. Então procure sempre pesquisar sobre o tema, ler livros e assistir vídeos e filmes. Mantenha-se atualizado (a) sobre essa questão tão importante. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas.  

Semana: Aquecimento Global e Mudanças Climáticas

Semana sobre 
Aquecimento Global e Mudanças Climáticas

Seja bem vindo (a) a semana sobre o Aquecimento Global e Mudanças Climáticas. Como prometido, estarei durante toda a semana, publicando diversos assuntos sobre esses temas.

O que é aquecimento global?
 
O aquecimento global é resultado do lançamento excessivo de gases de efeito estufa (GEEs), sobretudo o dióxido de carbono (CO2), na atmosfera. Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso que torna o planeta cada vez mais quente e não permite a saída de radiação solar. 

O que é efeito estufa?
 
O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Desta forma é possível a vida na Terra. O problema é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente cada vez mais, podendo levar à extinção da vida na Terra.

Quais as causas das mudanças climáticas?
 
As mudanças climáticas, outro nome para o aquecimento global, acontece quando são lançados mais gases de efeito estufa (GEEs) do que as florestas e os oceanos são capazes de absorver. 

Como são lançados os gases de efeito estufa?
 
Isso acontece de diversas maneiras. As principais são: a queima de combustíveis fósseis (como petróleo, carvão e gás natural) e o desmatamento (no Brasil, o desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de GEEs). 

Quais os efeitos do aquecimento global?
 
São várias as consequências do aquecimento global. Algumas delas já podem ser sentidas em diferentes partes do planeta como o aumento da intensidade de eventos de extremos climáticos (furacões, tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca ou deslizamentos de terra). Além disso, os cientistas hoje já observam o aumento do nível do mar por causa do derretimento das calotas polares e o aumento da temperatura média do planeta em 0,8º C desde a Revolução Industrial. Acima de 2º C, efeitos potencialmente catastróficos poderiam acontecer, comprometendo seriamente os esforços de desenvolvimento dos países. Em alguns casos, países inteiros poderão ser engolidos pelo aumento do nível do mar e comunidades terão que migrar devido ao aumento das regiões áridas. 

Como o desmatamento influencia na mudança do clima?
 
Ao desmatar, muitas pessoas queimam a madeira que não tem valor comercial. O gás carbônico (CO2) contido na fumaça oriunda desse incêndio sobe para a atmosfera e se acumula a outros gases aumentando o efeito estufa. No Brasil, 75% das emissões são provenientes do desmatamento. 

Quais as soluções para combater o aumento do efeito estufa?
 
Existem várias maneiras de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. Diminuir o desmatamento, incentivar o uso de energias renováveis não convencionais, eficiência energética e a reciclagem de materiais, melhorar o transporte público são algumas das possibilidades.

O que é eficiência energética?
 
Eficiência energética é nada mais que aproveitar melhor a energia sem desperdiçá-la. Por exemplo, quando se diz que uma lâmpada é eficiente, isso quer dizer que ela ilumina o mesmo que as outras, consumindo menos energia. Ou seja, mesma iluminação, com menos gasto de energia.

O que são energias renováveis não convencionais?
 
São energias que não vêm de combustíveis fósseis (como petróleo e gás natural) e também não inclui a hidroeletricidade. As energias renováveis não convencionais mais conhecidas são a solar, onde se aproveita a luz e o calor do sol para gerar energia, a biomassa, oriunda mais comumente do bagaço da cana-de-açúcar e a eólica, dos ventos. 

O que é Convenção do Clima?
 
É uma reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) onde os países membros discutem as questões mais importantes sobre mudanças climáticas. A primeira convenção mundial aconteceu em 1992. O nome oficial do evento é Convenção-Quadro da Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, sigla em inglês). 

O que é Protocolo de Quioto?

É o único tratado internacional que estipula reduções obrigatórias de emissões causadoras do efeito estufa. O documento foi ratificado por 168 países. Os Estados Unidos, maiores emissores mundiais, e a Austrália não fazem parte do Protocolo de Quioto. 

O que é Fundo de Adaptação?
 
Um mecanismo financiado pelos países desenvolvidos para que os países em desenvolvimento possam lidar com os efeitos das mudanças climáticas. Hoje, cada projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) paga 2% do seu valor para este Fundo, mas o dinheiro ainda não está sendo empregado. 

O que é MDL?

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um instrumento criado para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. Mas, para compreender melhor o que isso significa é preciso voltar ao ano de 1997, quando a comunidade internacional fechou um acordo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, o Protocolo de Quioto. Neste mecanismo da Convenção do Clima, os países desenvolvidos têm até 2012 para reduzir suas emissões em 5,2% tomando como base o ano de 1990. Além de cortar localmente suas emissões, os países desenvolvidos podem também comprar uma parcela de suas metas em créditos de carbono gerados em projetos em outros países. A Implementação Conjunta garante créditos obtidos de países desenvolvidos e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) permite que estes créditos venham de países em desenvolvimento, como o Brasil.


Fonte: WWF Brasil
Não esqueçam que essas informações são apenas uma base. Então procure sempre pesquisar sobre o tema, ler livros e assistir vídeos e filmes. Mantenha-se atualizado (a) sobre essa questão tão importante. Aproveite e cadastre o seu e-mail logo abaixo para  receber as notícias do Sou Ecológico diretamente nele. Continue votando nas enquetes e enviando as suas sugestões de temas. 

Site mostra áreas que podem alagar nos EUA devido a aquecimento global

Regiões que podem ser tomadas por água abrigam 5 milhões de pessoas. Mapa interativo permite fazer pesquisa por CEP e nível de gravidade. 

A elevação do nível do mar pode atingir 1,2 metros até 2030, segundo o relatório "Elevação dos mares", publicado na quarta-feira (14). Mas o que isto significa? Para tornar mais concretos os resultados do estudo, os pesquisadores criaram um mapa interativo dos Estados Unidos que mostram em detalhes as áreas que poderão ser alagadas no país.

Além de ver cada quarteirão que será afetado, é possível pesquisar no site por nível de gravidade da elevação do mar (de 1 a 10 pés, ou seja, de cerca de 30 cm a 3 metros) e obter o número de pessoas, de casas e as áreas afetadas em cada caso.

Segundo a pesquisa, cinco milhões de pessoas vivem abaixo do nível de 1,2 metros nos Estados Unidos e podem ver suas casas tomadas pelas águas. A situação é mais grave em locais muito povoados nas proximidades do mar. Em 285 cidades, a maior parte delas na Flórida, metade da população vive em áreas abaixo deste limite.

"O aumento do nível do mar não é um problema distante que nós podemos deixar para nossos filhos resolverem. Os riscos são iminentes e sérios", afirmou Ben Strauss, coordenador do estudo, em material de divulgação. "O aquecimento global já está tornando as cheias costeiras mais comuns e devastadoras".

"Para preservar nossas cidades e riquezas costeiras, a nação precisa combater a emissão de gases do efeito estufa imediatamente. Além disso, precisa se preparar para enfrentar o aumento do nível do mar que já não pode ser evitado", alertou Strauss.

No site do relatório é possível pesquisar por estado, cidade e CEP as áreas que podem ser alagadas com o aumento do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)

A Flórida, onde fica Miami, é uma das áreas que mais sofreriam os impactos de uma elevação de 1,2 metros do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)

Mapa mostra o pior cenário possível em Nova York, com elevação de 3 metros do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)

Não se esqueça de conferir na próxima segunda-feira (26) a semana sobre Aquecimento Global e Mudanças Climáticas aqui no Sou Ecológico. Aproveite e cadastre o seu e-mail para receber as notícias diretamente nele.
Sou Ecológico - Muito Mais Eco
▲