Semana sobre Sustentabilidade e Resíduos Sólidos - Resíduos e as organizações.

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25 julho 2012


Financiamentos para tratar dos resíduos

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos prevê a criação de uma série de linhas de financiamento para a eliminação de todos os lixões e aterros controlados no país até 2014, e para o desenvolvimento dos setores de reciclagem, biodigestão (produção de biogás) e educação ambiental, entre outros. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já mantém linha de crédito para o apoio a investimentos para tratamento de efluentes e resíduos industriais e resíduos sólidos. 19Nesta modalidade, são inclusos projetos de coleta, tratamento e disposição final de resíduos sólidos industriais, comerciais, domiciliares e hospitalares. Os projetos devem envolver investimentos relacionados ao encerramento de “lixões” existentes na região. Podem pleitear esse financiamento, sociedades com sede e administração no país, de controle nacional ou estrangeiro, empresários individuais e associações e fundações.

Investimentos no setor

O Ministério do Meio Ambiente deve investir R$ 1,5 bilhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos, na substituição de lixões e implantação de coleta seletiva e no financiamento das cooperativas de catadores, no contexto da Política Nacional de Resíduos Sólidos.


É preciso pensar novo

A inovação no setor de resíduos sólidos se ampliou rapidamente nos últimos anos, em função dos avanços tecnológicos. Ao mesmo tempo, soluções simples também apontam para a importância da criatividade no reaproveitamento dos materiais. O poder público, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), poderá instituir medidas indutoras e linhas de financiamento para atender, prioritariamente, as iniciativas de desenvolvimento de pesquisas voltadas para tecnologias limpas aplicáveis aos resíduos sólidos. Entre as inúmeras iniciativas já em andamento no Brasil, estão a produção de sacolas plásticas biodegradáveis, a substituição das antigas nos estabelecimentos comerciais, por outras opções, como caixas e sacolas retornáveis. Pneus inservíveis e entulhos da construção vêm sendo utilizados, em alguns municípios, como matéria-prima para asfalto. De uma maneira geral, as medidas incentivam a política do não desperdício e ao mesmo tempo estão associadas a outras, como o combate às emissões de gases de efeito estufa.

Uma cidade sem lixo

Na cidade de Borás, na Suécia, a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população de 64 mil habitantes é reciclada, tratada biologicamente ou transformada em energia (biogás), que abastece a maioria das casas, estabelecimentos comerciais e a frota de 59 ônibus do sistema de transporte público da cidade. Como resultado, o descarte de lixo é quase nulo, e seu sistema de produção de biogás se tornou um dos mais avançados da Europa.

Fonte: Cartilha Sebrae Gestão de Resíduos Sólidos.
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Franklin Oliveira

Técnico em Meio Ambiente, Gestor Ambiental, Consultor Ambiental Autônomo, Auditor Interno de Sistema de Gestão Integrado nas normas ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, atua na elaboração, implementação e acompanhamento de projetos e programas ambientais voltados à sustentabilidade, educação ambiental, impactos ambientais, gestão de riscos ambientais e gerenciamento de resíduos sólidos.

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