Especial Rio+20 - O Futuro que queremos - Economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.

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13 junho 2012

Expressões como sustentabilidade e economia verde têm sido parte do nosso cotidiano desde o fim dos anos 80. Estão em todos os lugares - nos noticiários, em outdoors espalhados pelas cidades, nos produtos que compramos nos supermercados e em materiais de divulgação de instituições públicas e privadas. Empresas que incentivam projetos de conservação ambiental, que têm ações de reflorestamento ou que promovem a reciclagem de seus resíduo geralmente vinculam sua imagem ao desenvolvimento sustentável, até como estratégia de marketing.

Mas, afinal de contas, de onde vieram esses conceitos de desenvolvimento sustentável e de economia verde? Eles estão sendo usados de forma adequada? Por que estão estreitamente associados à inclusão social e consequente erradicação da pobreza? Será que você, como indivíduo e cidadão, segue condutas sustentáveis no seu dia a dia? Que futuro queremos para nós mesmos e para nossos filhos e netos? Veja nas próximas páginas algumas das discussões que vêm sendo feitas nessa área, por vários segmentos da sociedade, em diversos países.

A partir da década de 1950, verificou-se um grande crescimento econômico em quase todo o mundo. A atividade industrial foi impulsionada por vários fatores, dentre eles o crescimento populacional e a consequente ampliação do número de consumidores de produtos industrializados. Essa expansão aumentou significativamente a poluição atmosférica e o uso dos recursos naturais da Terra. A consciência de que a degradação ambiental por ações humanas poderia causar impactos e alterações profundas na vida do planeta levou a ONU (Organização das Nações Unidas) a organizar, em 1972, a Conferência de Estocolmo.

O encontro, que reuniu representantes de diversos países na capital da Suécia, foi a primeira iniciativa mundial no sentido de organizar as relações entre o Homem e o Meio Ambiente. Ao final da conferência foi divulgado um Manifesto Ambiental com 19 princípios de comportamento e responsabilidade, que deveriam conduzir as decisões em relação às questões ambientais Saiba mais em www.onu.org.br.
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Franklin Oliveira

Técnico em Meio Ambiente, Gestor Ambiental, Consultor Ambiental Autônomo, Auditor Interno de Sistema de Gestão Integrado nas normas ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, atua na elaboração, implementação e acompanhamento de projetos e programas ambientais voltados à sustentabilidade, educação ambiental, impactos ambientais, gestão de riscos ambientais e gerenciamento de resíduos sólidos.

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