4 Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) 2013 - Resíduos Sólidos.
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Salvador - Bahia - Projeto de Mobilização Social contra a dengue.


O Projeto de Mobilização Social para Prevenção e Controle da Dengue no Estado da Bahia, é uma iniciativa da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, em parceira com a Fundação Luís Eduardo Magalhães, Secretaria da Saúde de Salvador e outros nove municípios baianos.

Iniciado em novembro de 2010, o projeto já cumpriu as etapas de preparação, de formalização institucional (com assinatura de termo de adesão entre Estado e municípios), de capacitação dos coordenadores municipais, de sensibilização de parceiros, de visita aos bairros, de capacitação de agentes de controle de endemias em todos os municípios participantes e capacitação de articuladores, que são moradores dos bairros com maiores índices de infestação, voluntários do projeto. Em cada município, a mobilização social é organizada por coordenadores vinculados à Secretaria Municipal da Saúde.

Nos bairros selecionados, os coordenadores identificam cinco articuladores, voluntários com liderança e capacidade de comunicação para promover a mobilização em suas comunidades. Como são cinco articuladores por bairro, e 10 bairros por município, isso significa o engajamento de 500 articuladores no projeto, na soma dos 10 municípios participantes. Em Salvador, o Projeto vem atuando em 10 bairros, selecionados pelos altos índices de infestação e a quantidade de casos notificados de dengue. São eles: Alto do Cabrito, Canabrava, Curuzu, Liberdade, Mata Escura, Tancredo Neves, Sussuarana, Fazenda Coutos, Itacaranha e Periperi.

Uma das últimas atividades realizadas pelo projeto é a promoção de mutirões nos bairros participantes, com o apoio da comunidade e dos parceiros. A ação engloba recolhimento de lixo e entulhos, visitas aos domicílios, orientação educativa, eliminação dos criadouros, panfletagem e certificação de estabelecimentos parceiros, objetivando sensibilizar o cidadão quanto à importância da organização e da mobilização comunitária.


Semana contra a Dengue: Denuncie os focos da Dengue.


Caros leitores, hoje eu encerro a Semana contra a Dengue. Espero que todos que acompanharam as informações, a partir de agora possam ajudar a combater esse mosquito que causa grandes problemas a nossa saúde. Passe essas informações para seus vizinhos, amigos, colegas e familiares também. Vocês podem denunciar os focos da dengue na sua região de diversas formas. Escolha o canal de denúcia mais adequado para você.

DISQUE SAÚDE:  0800 61 1997

Ministério da Saúde
(61)  3315-2400  -  UNIÃO (Brasília – DF)

Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde
(61)  3315-3641 – UNIÃO (Brasília – DF)

Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue
(61)  3315-2755 // 315- 3702 UNIÃO (Brasília – DF)

Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios – Bloco G – Brasília/DF 
Fone: 3315-2425 – CEP: 70.058-900

Centros de Vigilância Sanitária Estaduais

Acre
Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294 – Bairro Vila Ivonete
Rio Branco/AC – CEP: 69.914-610
Tel.: (68) 3223-3432
Fax: (68) 3223-3432
Secretaria Municipal de Visa
Tel.: 3342.1006 ou 1215

Alagoas
Rua Sete de Setembro, nº 50 Centro
Maceió/AL – CEP: 25.020-700
Tel.: (82) 3326-3624 ou 3315-3779
E-mail: sinavisa@saude.al.gov.br

Amapá
Av. Fab, nº 69 – Centro
Macapá/AP – CEP: 68.910-000
Tel.: (96) 3212.6119/ 3212.6182
Fax: (96) 3212-6182
E-mail: visa.ap@anvisa.gov.br

Amazonas
Rodovia Deputado Vital de Mendonça, s/nº, Km 09 – Flores
Manaus/AM – CEP: 69.048-660
Tel./Fax: (92) 3228-9202
E-mail: devisa@fvs.am.gov.br

Bahia
Centro Administrativo da Bahia, 4ª Avenida, nº 400, Plataforma VI. lado B, 2º andar, Salvador/BA – CEP 41.750-300
Tel.: (71) 3115-4230 / 3115-4291
Fax: (71) 3371-2566
E-mail: suvisa@saude.ba.gov.br

Ita Cácia Aguiar Cunha
Centro de Atenção à Saúde Profº Dr. José Maria de Magalhães Netto
Av. Antonio Carlos Magalhães, s/nº, Iguatemi,
Salvador/BA – CEP 41.820-000
Tel.: (71) 3270-5778 /5779/ 5775
Fax: (71) 3270-5776 / 3270-5777
E-mail: divisa@saude.ba.gov.br
Site: http://www.saude.ba.gov.br/divisa

Ceará
Avenida Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema.
CEP: 60.060-440
Tel.: (85) 3101-5287
Fax: (85) 3101-5286
E-mail: nuvis@saude.ce.gov.br, coprom@saude.ce.gov.br
Site: http://visa-ce.saude.ce.gov.br
Comunidade Virtual: http://comnuvis.saude.ce.gov.br

Ouvidoria Geral da Secretaria de Saude do Estado.
End. Avenida Almirante Barroso, Centro, 600.
CEP: 60060-440
Alô Saúde: 0800 851520

Divisão de Zoonoses:
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará
Sérgio de Oliveira Franco – Diretor do Centro de Controle de Zoonoses – Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza
Avenida Senador Fernades Távora 2433 – Autran Nunes
Fortaleza/CE – CEP: 60.534-280
Tel.: (85) 33101-7847

Distrito Federal
SGAN Quadra 601 lotes O/P; Bairro: Asa Norte.
Brasília/DF
Tel.: (61) 3325.4811/ 4812
Fax: (61) 3322.2182
E-mail: divisa@saude.df.gov.br
Site: www.saude.df.gov.br

Núcleo de Inspeção de Brasília:
SAIS – Área Especial nº. 10 70602900
Brasília/DF
Tel.: 3245-4110/3345-8554/3345842
Fax: 3245-4090

Espírito Santo
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 3º andar – Bento Ferreira
Vitória/ES – CEP: 29.060-270
Tel.: (27) 3137-2427/ 3137-2433/ 3382-5071
Fax: (27) 3137- 2432/2472
E-mail: visa@saude.es.gov.br
Site: www.saude.es.gov.br

Goiás
Avenida Anhanguera, 5195; Bairro: Setor Coimbra
Goiânia/GO – CEP: 74.043-001
Tel.: (62) 3201.4100
Fax: (62) 32014101/ 32014136/ 32014727
E-mail: visago@visago.goias.gov.br
Site: http://www.visa.goias.gov.br

Vigilância Sanitária Municipal no endereço Avenida República do Líbano, 336 – Setor Aeroporto – Goiânia. Tel.: (62) 3524.2500 / 2503

Maranhão
Avenida Professor Carlos Cunha, s/n, Bairro Calhau
São Luís/MA – CEP: 65076-820
Tel.: (98) 3218-8728
Fax: (98) 3218-8724
E-mail: visa@saude.ma.gov.br

Mato Grosso
Centro Político Administrativo – Bloco V – 2º piso Palácio Paiaguás
Cuiabá/MT – CEP: 78.070-970
Tel.: (65) 3613-5369 / 3313-2670 / 3313-2281
Fax: (65) 36135377

Fábio José da Silva
Cuiabá/MT – CEP 78050-970
Tel.: (65) 3613-5370
Site: www.saude.mt.gov.br

Mato Grosso do Sul
End.: Rua do Poeta, Bloco 07 – Parque dos Poderes
Campo Grande/MS – CEP: 79031-902
Tel./Fax: (67) 3318-1670
Site: www.saude.ms.gov.br
E-mail: cvisa@saude.ms.gov.br

Minas Gerais
Avenida Afonso Pena, 2300 – 5º andar – Bairro Funcionários
Belo Horizonte/MG – CEP: 30.130-006
Tel.: (31) 3261.8763 / (31) 3261.8776
Fax: (31) 3261.8776
E-mail: svs@saude.mg.gov.br

Vigilância Municipal de Belo Horizonte: Tel.: 3277-5930

Pará
Rua Presidente Pernambuco, 489 – Bairro Batista Campos
Belém/PA – CEP: 66.015-200
Tel.:/Fax.: (91) 4006-4278
E-mail: visapa@bol.com.br e dvs@sespa.pa.gov.br
Fundo Estadual de Saúde
Tel.: (91) 3212-2518
Fax: (91) 3223-7551

Paraíba
Av. João Machado, 109 – 1º andar – Centro
João Pessoa/PB – CEP: 58.013-520
Tel.: (83) 3218-5927 / 3218-5928
Fax: (83) 3218 6781
Telex: 832228
E-mail: vigapb@openline.com.br

Paraná
Rua Piquiri, 170 2º andar / Bairro: Rebouças
Curitiba/PR – CEP: 80230-140
Tel.:: (41) 3330.4300 / 4537 / 4467 / 4478
Fax: (41) 3330.4535
E-mail: sesa@pr.gov.br

Divisão de Alimentos
Tel.: (41) 3330.4472/4473;
Fax: (41) 330.4479/ 4535/4407.
E-mail: alimentos@pr.gov.br

Pernambuco 
Praça Oswaldo Cruz, s/nº – Boa Vista
Recife/PE – CEP: 50.050-210
Tel.: (81) 3181.6424/ 6425
Fax: (81) 3181.6355
E-mail: apevisa@saude.pe.gov.br
Site: www.apevisa.pe.gov.br

Piauí 
Rua 19 de Novembro nº 1865 – Bairro Primavera
CEP: 64.002-570 Teresina/PI
Tel.: (86) 3216-3660 / 3216-3663
Fax: (86) 3216-3653
Site: Secretaria Estadual da Saúde do Piauí
E-mail: visa@saude.pi.gov.br

Rio de Janeiro
Rua México, 128 – 3º andar sala 231 Castelo
Rio de Janeiro/RJ – CEP: 20.231-031
Tel.: (21) 2299-9245/ 9246
E-mail: mlourdes@saude.rj.gov.br

Rio Grande do Norte
Av. Junqueira Aires, 488 – Centro
Natal/RN – CEP: 59.025-280
Tel.: (84) 3232-2562
Fax: (84) 3232-2557
E-mail: visa@rn.gov.br

Rio Grande do Sul 
Rua Domingos Crescêncio, nº. 132 – Santana
Porto Alegre/RS – CEP: 90650-090
Tel.: (51) 3901-1090/ 3901-1066/ 3901-1107/3901-1113
Tel. e Fax: (51) 3901-1161/ 3901-1104
PABX: (51) 3901-1100
E-mail: dvs@saude.rs.gov.br

Secretaria Estadual de Saúde
Av. Borges de Medeiros, 1501 – Centro
CEP 90119-900
Tel.: (51) 32885000
Fax: (51) 32263309
Site: www.saude.rs.gov.br

Rondônia 
End.: Rua Padre Angelo Cerri s/nº – Esplanadas das Secretarias
Porto Velho/RO – CEP: 78.900-000
Tel.: (69) 3216-5357 / 5350 / 5351 / 5352 / 5353 /5354
Fax: (69) 3216-5354
Tel.:visaro@saude.ro.gov.br

Roraima 
End.: Rua MadriI, s/n – Bairro: Aeroporto
CEP: 69.310-043
Tel.: (95) 3623-9282
Fax: (95) 3623-2880
E-mail: visa_rr@yahoo.com.br

Santa Catarina 
Av. Rio Branco, 152 – Centro
Florianópolis/SC – CEP: 88015-200
Tel.: (48) 3251-7960
Tel. geral: (48) 3251-7800
Fax: (48) 3251-7907 – da Direção
E-mail: dvs@saude.sc.gov.br – da Direção
Site: www.vigilanciasanitaria.sc.gov.br

VISA Municipal de Florianópolis:
Tel.: (48) 3212-3904

São Paulo
Av. Drº Arnaldo 351 anexo 3, bairro de Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01246-901
Tel.: (11) 3066-8000
E-mail: cvs@cvs.saude.sp.gov.br ou secretarias@cvs.saude.sp.gov.br

Sergipe
Rua Urquiza Leal, 617 – Bairro Salgado Filho
Aracajú/SE – CEP: 49.020-490
Tel.: (79) 3246-5236
Fax: (79) 3246-4191

Tocantins
Quadra 104 Norte, Av LO 2 nº 13 conj 1 lote 30
Tocantins/Palmas – CEP: 77.006-022
Tel.: (63) 3218-3264/3258
Fax: (63) 3218-3263
E-mail: visa@saude.to.gov.br

Semana contra a Dengue: Tratamento da Dengue.


A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da doença e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sanguínea. A pessoa deve ficar em repouso, beber muito líquido (inclusive soro caseiro) e só usar medicamentos prescritos pelo médico, para aliviar as dores e a febre.

Ao ser observado o primeiro sintoma, deve-se buscar orientação médica no posto de saúde mais próximo. As pessoas que já contraíram a forma clássica da doença devem procurar, imediatamente, atendimento médico em caso de reaparecimento dos sintomas agravados com os sinais de alerta, pois correm o risco de estar com dengue hemorrágica, que é o tipo mais grave. Todo tratamento só deve ser feito sob orientação médica.

Perguntas frequentes

1) O que é dengue?

A dengue é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus da dengue penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti.

2) Quanto tempo depois de ser picado aparece a doença?

Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de três a 15 dias, sendo mais comum de cinco a seis dias.

3) Quais são os sintomas da dengue?

Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum nas gengivas.

4) O que devo fazer se aparecer alguns desses sintomas?

Buscar o serviço de saúde mais próximo.

5) Como é feito o tratamento da dengue?

Não há tratamento específico para o paciente com dengue clássica. O médico deve tratar os sintomas, como as dores de cabeça e no corpo, com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona). Devem ser evitados os salicilatos, como o AAS e a Aspirina, já que o seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. Também é importante que o paciente fique em repouso e ingira bastante líquido.

Já os pacientes com Febre Hemorrágica do Dengue (FHD) devem ser observados cuidadosamente para identificação dos primeiros sinais de choque, como a queda de pressão. O período crítico ocorre durante a transição da fase febril para a fase sem febre, geralmente após o terceiro dia da doença. A pessoa deixa de ter febre e isso leva a uma falsa sensação de melhora, mas em seguida o quadro clínico do paciente piora. Em casos menos graves, quando os vômitos ameaçarem causar desidratação, a reidratação pode ser feita em nível ambulatorial. Alguns dos sintomas da dengue só podem ser diagnosticados por um médico.

6) A pessoa que pegar dengue pode morrer?

A dengue, mesmo na forma clássica, é uma doença séria. Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, deve ter cuidados especiais. No entanto, a dengue é mais grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Nesse caso, quando tratada a tempo, a pessoa não corre risco de morte.

7) Quais os cuidados para não se pegar dengue?

Como é praticamente impossível eliminar o mosquito, é preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros desse inseto. Por exemplo: uma bacia no pátio de uma casa é um risco, porque, com o acúmulo da água da chuva, a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos neste local. Então, o único modo é limpar e retirar tudo que possa acumular água e oferecer risco. Em 90% dos casos, o foco do mosquito está nas residências.

8) O que devo fazer para evitar o mosquito da dengue?

Para evitar o mosquito da dengue, é preciso eliminar os focos de reprodução.

9) Depois de termos dengue, podemos pegar novamente?

Sim, podemos, mas nunca do mesmo tipo de vírus. Ou seja, a pessoa fica imune contra o tipo de vírus que provocou a doença, mas ela ainda poderá ser contaminada pelas outras três formas conhecidas do vírus da dengue.

10) Posso pegar dengue de uma pessoa doente?

Em hipótese alguma. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento.

11) Quantos tipos de vírus da dengue existem?

São conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4, sendo o último o mais raro.

12) Existe vacina contra a dengue?

Ainda não, mas a comunidade científica internacional e brasileira está trabalhando firme nesse propósito. Estimativas indicam que deveremos ter um imunizante contra a dengue em cinco anos. A vacina contra a dengue é mais complexa que as demais. A dengue, com quatro vírus identificados até o momento, é um desafio para os pesquisadores. Será necessário fazer uma combinação de todos os vírus para que se obtenha um imunizante realmente eficaz contra a doença.

13) Por que essa doença ocorre no Brasil?

É um sério problema de saúde pública em todo o mundo, especialmente nos países tropicais como o nosso, onde as condições do meio ambiente, aliado a características urbanas, favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Mais de 100 países em todos os continentes, exceto a Europa, registram a presença do mosquito e casos da doença.

14) O inseticida aplicado para matar o mosquito de dengue funciona mesmo? E a nebulização (fumacê)?

Sim, os produtos funcionam. Tanto os larvicidas quanto os inseticidas distribuídos aos estados e municípios pela Secretaria de Vigilância em Saúde têm eficácia comprovada, sendo preconizados por um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde.

Os larvicidas servem para matar as larvas do mosquito. São aqueles produtos em pó, ou granulado, que o agente de combate a dengue coloca nos ralos, caixas d'água, enfim, nos lugares onde há água parada que não pode ser eliminada.

Já os inseticidas são líquidos espalhados pelas máquinas de nebulização, que matam os insetos adultos enquanto estão voando, pela manhã e à tarde, porque o mosquito tem hábitos diurnos. O fumacê não é aplicado indiscriminadamente, sendo utilizado somente quando existe a transmissão da doença em surtos ou epidemias. Desse modo, a nebulização pode ser considerada um recurso extremo, porque é utilizada em um momento de alta transmissão, quando as ações preventivas de combate à dengue falharam ou não foram adotadas.

Algumas vezes, os mosquitos e larvas desenvolvem resistência aos produtos. Sempre que isso é detectado, o produto é imediatamente substituído por outro.

Fonte: Minha Vida

Semana contra a Dengue: Dicas para se prevenir da Dengue.


O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. Por exemplo: caixas d'água, barris, tambores, vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, tanques, cisternas, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores e muitos outros onde a água da chuva é coletada ou armazenada. Portanto, considerando essa facilidade de disseminação, podemos imaginar o grau de dificuldade para efetivamente combater a doença - o que só é possível com a quebra da cadeia de transmissão, eliminando o mosquito dos locais onde se reproduzem. Assim, a prevenção e as medidas de combate exigem a participação e a mobilização de toda a comunidade a partir da adoção de medidas simples, visando a interrupção do ciclo de transmissão e contaminação. Caso contrário, as ações isoladas poderão ser insuficientes para acabar com os focos da doença. Na eventualidade de uma epidemia de dengue numa comunidade ou município, há a necessidade de serem executadas medidas de controle como o uso de inseticidas aplicados através de carro-fumacê ou nebulização, para diminuir o número de mosquitos adultos transmissores e interromper a disseminação da epidemia. Nessa oportunidade, a comunidade deve cooperar com o processo de nebulização, mantendo as portas e janelas das casas abertas, de modo a permitir a entrada do inseticida.

CONTRA PICADAS

Se as pessoas não são picadas, não se tornam mais um foco indireto da doença. Veja algumas dicas:

MEDIDAS PARA EVITAR PICADA DE MOSQUITO

Espirais ou vaporizadores elétricos: Devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos da dengue mais picam.

Mosquiteiros: Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.

Repelentes: Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.

Telas: Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.

MEDIDAS PARA ELIMINAÇÃO DOS LOCAIS DE REPRODUÇÃO DO MOSQUITO

Tampar os grandes depósitos de água: A boa vedação de tampas em recipientes como caixas d'água, tanques, tinas, poços e fossas impedirão que os mosquitos depositem seus ovos. Esses locais, se não forem bem vedados, permitirão a fácil entrada e saída de mosquitos.

Remover o lixo: O acúmulo de lixo e de detritos em volta das casas pode servir como excelente meio de coleta de água de chuva. Portanto, as pessoas devem evitar tal ocorrência e solicitar sua remoção pelo serviço de limpeza pública - ou enterrá-los no chão ou queimá-los, onde isto for permitido.

Fazer controle químico: Existem larvicidas seguros e fáceis de usar, que podem ser colocados nos recipientes de água para matar as larvas em desenvolvimento - este método para controle doméstico da dengue em cidades grandes tem sido usado com sucesso por várias secretarias municipais de saúde e é realizado pelos agentes de controle da dengue.

Limpar os recipientes de água: Não basta apenas trocar a água do vaso de planta ou usar um produto para esterilizar a água, como a água sanitária. É preciso lavar as laterais e as bordas do recipiente com bucha, pois nesses locais os ovos eclodem e se transformam em larvas.

OUTRAS IMPORTANTES MEDIDAS PARA CONTROLAR OU ACABAR COM A DENGUE SÃO:

Qualidade e quantidade da água: um eficiente tratamento da água e sua disponibilidade à população são importantes para a prevenção da dengue. Entre outros motivos, a falta d'água força as pessoas a armazená-la em recipientes, que podem tornar-se criadouros para os mosquitos transmissores.

Coleta de lixo: a coleta regular de lixo também reduz os possíveis criadouros de mosquitos.

Inspeção domiciliar para controle da reprodução de mosquitos: quando isto for necessário, visitas domiciliares determinam se está havendo reprodução de mosquitos dentro e em volta das casas. Os inspetores de saúde podem ensinar aos moradores os meios para impedir a reprodução dos mosquitos.

Campanhas de educação em saúde: o primeiro passo para uma adequada ação contra o mosquito da dengue é informar às comunidades sobre a doença, bem como as medidas adequadas para combatê-la.

Preparação para emergências: no caso de disseminação da dengue, as comunidades e municípios devem adotar medidas preparatórias para a proteção contra surtos da doença, principalmente a hemorrágica. Planos de ação devem ser formulados e implantados em conjunto pelas autoridades sanitárias nacionais, estaduais e locais, incluindo o treinamento dos médicos e enfermeiros, a identificação de unidades de saúde de referência para dengue, a obtenção de equipamentos para a aplicação de inseticida, sua estocagem, fornecimento de veículos para realizar o tratamento e a nebulização e outras medidas consideradas necessárias pelos líderes sanitários e comunitários.

Campanhas de remoção de lixo: as atividades de remoção de lixo têm efeitos duradouros e amplos, não apenas sobre o mosquito da dengue como também sobre moscas, roedores e baratas.

Campanhas escolares: a participação das escolas no processo de promoção da saúde e de uma comunidade sem dengue é de grande importância. Os estudantes podem participar ativamente das campanhas de limpeza e informação, levando para sua família e seus vizinhos as mensagens educativas recebidas. Inicialmente, participam limpando a própria escola; posteriormente, adotam a mesma iniciativa em suas casas e arredores.

OBS: as escolas podem organizar projetos e centros de interesse.

Semana contra a Dengue: Xô Dengue e Dengue, Aedes aegypti ciclo biológico.


Caros leitores do Sou Ecológico. Confiram esse vídeo elaborado a partir de história em quadrinhos retirada do site da cidade de Goiânia para uso nas Unidades de Saúde do Distrito Sanitário Bairro Novo em Curitiba. Vamos nos prevenir e combater o foco desse mosquito que vem durante anos fazendo milhares de vítimas por todo o mundo. Mostre esse vídeo aos seus amigos, colegas, vizinhos e familiares e ajude-os a combater a dengue. Desejo saúde a todos: Franklin Oliveira (Autor do Blog Sou Ecológico)


Xô Dengue

Fonte: You Tube: Xô Dengue

Confiram também o vídeo produzido por Fabricio Protazio

Preocupado com o quadro evolutivo atual da Dengue no Brasil e no mundo, uma vez que as expectativas futuras são alarmantes, lancei este vídeo educativo sobre o "MOSQUITO" transmissor da Dengue (Aedes aegypti)e seu ciclo evolutivo biológico no YouTube, com o objetivo de educar e conscientizar a população, pois sabemos que a Dengue é um problema de saúde pública e diz respeito a todos.


Semana contra a Dengue: Programa Nacional de Controle da Dengue.



A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue. 

Em nosso país, as condições socioambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a dispersão do vetor desde sua reintrodução em 1976 e o avanço da doença. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por vetores em nosso país e no continente. Programas essencialmente centrados no combate químico, com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos.

Nos primeiros seis meses deste ano, 84.535 pessoas tiveram dengue, enquanto que, em 2003, as notificações chegaram a 299.764. Saiba qual é a situação atual da dengue no Brasil e o que tem sido feito para sua erradicação.

NOVAS AÇÕES 

O controle proposto pelo Programa Nacional de Controle da Dengue trouxe mudanças efetivas em relação aos modelos anteriores. Veja o que tem sido prioritário. O controle da transmissão do vírus da dengue se dá essencialmente no âmbito coletivo e exige um esforço de toda a sociedade. Por isso, é prioritário para o PNCD: 

1. a elaboração de programas permanentes, uma vez que não existe nenhuma evidência técnica de que a erradicação do mosquito seja possível, a curto prazo;

2. o desenvolvimento de campanhas de informação e mobilização das pessoas, de maneira a se criar o envolvimento da sociedade na manutenção do ambiente doméstico livre de potenciais criadouros do vetor;

3. fortalecimento da vigilância epidemiológica e entomológica para ampliar a capacidade de predição e de detecção precoce de surtos da doença;

4. melhoria da qualidade do trabalho de campo de combate ao vetor;

5. integração das ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Programas de Saúde da Família (PSF);

6. utilização de instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas etc;

7. atuação multissetorial por meio do fomento à destinação adequada de resíduos sólidos e a utilização de recursos seguros para armazenagem de água;

8. desenvolvimento de instrumentos mais eficazes de acompanhamento e supervisão das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, estados e municípios. 

PROGRAMA NACIONAL 

Com as dificuldades enfrentadas nas diversas tentativas de erradicação da doença, a idéia é garantir uma forte campanha de mobilização social, em 2002 o objetivo passa a ser a redução do dano causado pela doença. A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue. 

Em nosso país, as condições socio-ambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a dispersão do vetor desde sua reintrodução em 1976 e o avanço da doença. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por vetores. Programas com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos. 

Em 1996, o Ministério da Saúde decidiu rever sua estratégia e propôs o Programa de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa). Ao longo do processo de implantação desse programa observou-se a inviabilidade técnica de erradicação do mosquito a curto e médio prazos. O PEAa, mesmo não atingindo seus objetivos, teve méritos ao propor a necessidade de atuação multissetorial e prever um modelo descentralizado de combate à doença, com a participação das três esferas de governo: Federal, Estadual e Municipal. 

A implantação do PEAa resultou em um fortalecimento das ações de combate ao vetor, com um significativo aumento dos recursos utilizados para essas atividades, mas ainda com as ações de prevenção centradas quase que exclusivamente nas atividades de campo de combate ao Aedes aegypti. Essa estratégia, comum aos programas de controle de doenças transmitidas por vetor em todo o mundo, mostrou-se absolutamente incapaz de responder à complexidade epidemiológica da dengue. 

Os resultados obtidos no Brasil e o próprio panorama internacional, onde inexistem evidências da viabilidade de uma política de erradicação do vetor, a curto prazo, levaram o Ministério da Saúde a fazer uma nova avaliação dos avanços e das limitações, com o objetivo de estabelecer um novo programa que incorporasse elementos como a mobilização social e a participação comunitária, indispensáveis para responder de forma adequada a um vetor altamente domiciliado. 

Diante da tendência de aumento da incidência verificada no final da década de 90 e da introdução de um novo sorotipo (Dengue 3) que prenunciava um elevado risco de epidemias de dengue e de aumento nos casos de Febre Hemorrágica de Dengue (FHD), o Ministério da Saúde, com a parceria da Organização Pan-Americana de Saúde, realizou um Seminário Internacional, em junho de 2001, para avaliar as diversas experiências bem sucedidas no controle da doença e elaborar um Plano de Intensificação das Ações de Controle da Dengue (PIACD). 

A introdução do sorotipo 3 e sua rápida disseminação para oito estados, em apenas três meses, evidenciou a facilidade para a circulação de novos sorotipos ou cepas do vírus com as multidões que se deslocam diariamente. Estes eventos ressaltaram a possibilidade de ocorrência de novas epidemias de dengue e de FHD. Neste cenário epidemiológico, tornou-se imperioso que o conjunto de ações que vinham sendo realizadas e outras a serem implantadas fossem intensificadas, permitindo um melhor enfrentamento do problema e a redução do impacto da dengue no Brasil. Com esse objetivo, o Ministério da Saúde implantou em 2002 o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD). 

Muito embora outras causas tenham influenciado, considera-se que as ações do PNCD, desenvolvidas em parceria com Estados e Municípios, tenham contribuído na redução de 73,3% dos casos da doença no primeiro semestre de 2004 em relação ao mesmo período do ano anterior. Dados da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde mostram que, nos primeiros seis meses de 2004, 84.535 pessoas tiveram dengue, enquanto que, em 2003, as notificações chegaram a 299.764.

Semana contra a Dengue: Ações que você pode realizar para combater à Dengue.


Segue abaixo uma lista de locais e ações que você pode realizar para combater o mosquito da dengue. Se você achar que é muita coisa, comece a realizar essas ações gradativamente e, ao poucos, essas atividades serão ainda mais simples. Tire um dia na semana, junte sua família, vizinhos e amigos. Faça sua parte!


Eliminar Locais de Reprodução


Local: Pratinhos de vasos com plantas
Ação: Elimine os pratinhos de vasos em áreas externas


Local: Plantas em água para enraizar
Ação: Manter a boca do recipiente protegida por algodão, papel alumínio, tecido, etc.


Local: Plantas em água (jibóia, pau d´água)
Ação: Encher com areia, ou lavar bem e trocar a água 2 vezes por semana.


Local: Bromélias ou plantas que acumulam água
Ação: Lavar com mangueira 2 vezes por semana


Local: Ocos das árvores, bambus
Ação: Preencher com serragem ou areia.


Local: Espelhos d´água, cascatas, lagos
Ação: Tratar com cloro/manter as bordas escovadas


Local: Piscina
Ação: Se tratada adequadamente, com cloro, não causam problemas; as lonas de proteção podem facilitar o acumulo de água. Colocar uma bóia sob a lona para facilitar o escoamento da chuva.


Local: Muros com cacos de vidro
Ação: Preencher com massa ou areia.


Local: Vasos vazios, baldes, regadores, etc.
Ação: Mantê-los com as bocas para baixo.


Local: Áreas externas próximas
Ação: Percorrer áreas próximas de sua casa,seu jardim, áreas não ajardinadas, praças, parques, super-quadra, etc. Recolher objetos que possam transformar em depósitos de água.


Local: Em áreas de obras
Ação: Vedar totalmente caixas de água e cisternas. Esvaziar e lavar semanalmente tambores e depósitos de água, recolher baldes e latas, verificar depósitos ou empoçamentos e encher com areia.


Local: Lajes
Ação: Mantê-las limpas, com ralos desentupidos e verifique seu nivelamento para evitar depósitos.


Local: Calhas, coletores de águas pluviais, caixas de inspeção, drenos, etc
Ação: Fechar com tela, se possível preencher com areia ou brita até o limite para evitar empoçamentos, adicionar água sanitária, conferir o escoamento das águas.


Local: Ar-condicionado
Ação: Cuidar para que a água não fique depositada nas bandejas de coleta.


Local: Barcos e canoas
Ação: Manter viradas ou cobertas com lonas


Depósitos e lixeiras

Local: Lixeiras externas
Ação: Fazer furos na parte inferior.


Local: Lixo doméstico
Ação: Manter o lixo ensacado e o recipiente tampado.


Local: Pneus usados
Ação: Furar e encaminhar para a reciclagem sempre que possível; se utilizados como brinquedos infantis faça um furo na parte inferior; se ainda utilizáveis guardá-los secos e cobertos.


Local: Vasilhame a ser descartado (casca de coco, latas de refrigerantes, copo plástico), garrafas, embalagens, etc.
Ação: Furar, amassar, cortar, picar, etc. de maneira que não se transformem em recipientes nos locais finais de depósito.


Depósitos de água

Local: Caixas d’água, tonéis, depósitos em geral
Ação: Manter sempre tampados e lavar regularmente esfregando bordas e paredes.


Local: Cacimbas e poços
Ação: Manter sempre bem fechados.


Dentro de Casa

Local: Vasos com flores cortada
Ação: Trocar a água e lavar o recipiente 2 vezes por semana.


Local: Pratinhos em vasos de plantas
Ação: Mantê-los secos ou preencher com areia.


Local: Latas, garrafas, frascos em geral, vidros
Ação: Guardar somente o que for realmente necessário e sempre virados para baixo.


Animais Domésticos

Local: Aquários para peixes
Ação: Mantê-los limpos e telados e, se possível, criar uma espécie larvófoga.


Local: Cães, gatos, passarinhos
Ação: Diminuir o número de bebedouros, escová-los quando trocar a água.


Na Cozinha

Local: Ralos com pouco uso
Ação: Mantê-los isolados com um filme plástico, jogar água sanitária 2 vezes por semana.


Local: Filtros e recipientes para água
Ação: Lavar com bucha regularmente e mantê-los tampados.


Local: Bandeja de coleta de água da geladeira
Ação: Manter seca e lavar regularmente.


Local: Água mineral retornável
Ação: Lavar sempre que trocar o garrafão.


Local: Objetos que possam acumular água
Ação: Mantê-los tampados ou emborcados.


No Banheiro

Local: Caixas de descarga, vasos sanitários e ralos com pouco uso
Ação: Mantê-los sempre bem limpos e jogar água com água sanitária duas vezes por semana.


Semana contra a Dengue: Ciclo de vida dos vetores da dengue e da febre amarela.


Produzido pelo Setor de Produção e Tratamento de Imagem do IOC (Instituto Oswaldo Cruz) e dirigido por Genilton Vieira, a obra retrata o ciclo de vida dos vetores da dengue e da febre amarela. A dispersão dos insetos pelo mundo até suas características morfológicas, hábitos alimentares, reprodução e o ambiente onde vivem são temas do documentário. Lançado em 2009, o vídeo venceu o XVII Festival Internacional de Cine Médico, Saúde e Telemedicina (Videomed 2010), na Espanha.

Documentário Aedes aegypti e Aedes albopictus:
Uma Ameaça aos Trópicos - Parte 1



Documentário - Aedes aegypti e Aedes albopictus
Uma Ameaça aos Trópicos - Parte 2

Semana contra a Dengue: Cuidados que você deve tomar para a dengue não te pegar.


1.  Não acumule materiais descartáveis desnecessários e sem uso. Se forem destinados à reciclagem, guarde-os sempre em local coberto e abrigados da chuva.

2.  Trate adequadamente a piscina com cloro. Se ela não estiver em uso, esvazie-a completamente, não deixando poças d’água. Se tiver lagos, cascatas ou espelhos d’água, mantenha-os limpos ou crie peixes que se
alimentem de larvas.

3.  Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana. Caso precise deles, guarde-os, sem água, em locais cobertos.

4.  Verifique se todos os ralos da casa não estão entupidos. Limpe-os pelo menos uma vez por semana e, se não os estiver usando, deixe-os fechados.

5. Guarde as garrafas, baldes ou latas vazias de cabeça para baixo.

6.  Lave com escova e sabão as vasilhas de água e de comida de seus animais pelo menos uma vez por semana.

7.  Retire a água da bandeja externa da geladeira pelo menos uma vez por semana. Lave a bandeja com sabão.

8.  Não deixe acumular água na parte debaixo das torneiras de bebedouros e filtros de água.

Fonte: Dengue

Semana contra a Dengue: Tipos da Dengue


Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2, 3 e 4.  O vírus tipo 4 não era registrado no País há 28 anos, mas em 2010 foi notificado em alguns estados, como o Amazonas e Roraima. A dengue tipo 4 apresenta risco a pessoas já contaminadas com os vírus 1, 2 ou 3, que são vulneráveis à manifestação alternativa da doença. Complicações podem levar pessoas infectadas ao desenvolvimento de dengue hemorrágica.

Formas de apresentação

A dengue pode se apresentar – clinicamente – de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente

A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma da dengue. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica

A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas. Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica

A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue

Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Semana contra a Dengue: O que é Dengue?


Devido o alto índice de casos que vem ocorrendo em todo o Brasil, o Blog Sou Ecológico irá durante toda a semana realizar a publicação de informações sobre a Dengue (Aedes aegypti). O objetivo é conscientizar e informar os leitores do blog sobre essa causa tão importante, onde todos possam ajudar a combater essa doença que vem fazendo milhares de vítimas. Estarei utilizando informações de dois ótimos sites: Combate a Dengue e o Site da Dengue. Vamos nos preparar para combater esse mosquito.


O que é Dengue?

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida, no Brasil, através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo. Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

A dengue é conhecida no Brasil desde os tempos de colônia. O mosquito Aedes aegypti tem origem africana. Ele chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações. O primeiro caso da doença foi registrado em 1685, em Recife (PE). Em 1692, a dengue provocou 2 mil mortes em Salvador (BA), reaparecendo em novo surto em 1792.

Em 1846, o mosquito Aedes aegypti tornou-se conhecido quando uma epidemia de dengue atingiu o Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Entre 1851 e 1853 e em 1916, São Paulo foi atingida por epidemias da doença. Em 1923, Niterói, no estado do Rio, lutou contra uma epidemia em sua região oceânica.

Em 1903, Oswaldo Cruz, então Diretor Geral da Saúde Pública, implantou um programa de combate ao mosquito que alcançou seu auge em 1909. Em 1957, anunciou-se que a doença estava erradicada do Brasil, embora os casos continuassem ocorrendo até 1982, quando houve uma epidemia em Roraima.

Em 1986, foram registradas epidemias nos estados do Rio de Janeiro, de Alagoas e do Ceará. Nos anos seguintes, outros estados brasileiros foram afetados.

No Rio de Janeiro (Região Sudeste) ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, com cerca de 90 mil casos; e a segunda, em 1990-91, com aproximadamente 100 mil casos confirmados. A partir de 1995, a dengue passou a ser registrada em todas as regiões do país. Em 1998 ocorreram 570.148 casos de dengue no Brasil; em 1999 foram registrados 204.210 e, em 2000, até a primeira semana de março, 6.104.

Em 2006, o número de casos de dengue voltou a crescer no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e setembro de 2006 foram registrados 279.241 casos de dengue o equivalente a 1 caso (não fatal) para cada 30 km ² do território desse país. Um crescimento de 26,3% em relação ao mesmo período em 2005. A região com maior incidência foi a Sudeste.

Já em 2008, a doença volta com força total, principalmente no Rio de Janeiro, onde foram registrados quase 250 mil casos da doença e 174 mortes em todo o Estado (e outras 150 em investigação), sendo 100 mortes e 125 mil casos somente na cidade do Rio de Janeiro. A epidemia de 2008 superou, em número de vítimas fatais, a epidemia de 2002, onde 91 pessoas morreram. Nos últimos anos, outros estados do Brasil também registraram uma epidemia de Dengue.

Atualmente, a dengue hemorrágica está entre as dez principais causas de hospitalização e morte de crianças em países da Ásia tropical. Nas Américas, a primeira epidemia de dengue hemorrágico que se tem notícia ocorreu em Cuba, em 1981.

Fonte: Combate a Dengue


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