Monte Everest ameaçado por uma montanha de lixo.

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26 maio 2013

Os aventureiros do Monte Everest precisam abrir os olhos para o lixo que deixam no caminho durante as escaladas. Segundo informações de um grupo de voluntários ambientais, o Saving Mount Everest, as pessoas lançam no local cerca de 50 toneladas de lixo anualmente, o que inclui garrafas de oxigênio, equipamentos e embalagens de alimentos.

As garrafas de oxigênio utilizadas pelos alpinistas estão entre um dos resíduos mais descartados 

Quem ama as alturas e os esportes radicais já pensou certamente em se aventurar no Monte Everest, considerado o pico mais alto da Terra. Mas os aventureiros precisam abrir os olhos para o lixo que deixam no caminho durante as escaladas. Segundo informações de um grupo de voluntários ambientais, o Saving Mount Everest, as pessoas lançam no local cerca de 50 toneladas de lixo anualmente, o que inclui garrafas de oxigênio, equipamentos e embalagens de alimentos.

Todos esses resíduos têm ameaçado o ecossistema do Himalaia. Frente ao problema, o governo nepalês vem forçando os turistas a assumirem a responsabilidade pelos seus equipamentos. Mas foram os voluntários que colocaram a mão na massa e deram início a uma missão de limpar e salvar umas das maiores atrações do mundo.


A prioridade do projeto de conservação, lançado oficialmente em 2010, está na gestão dos resíduos sólidos e no apoio e fortalecimento das comunidades locais. Após três anos de trabalho, que desafiaram muitas vezes a morte, escalando picos traiçoeiros para executar a limpeza, o serviço está agora em fase de conclusão.

O grupo já conseguiu retirar quase 10 toneladas de lixo, além de introduzir técnicas seguras de gestão de resíduos nas aldeias locais com a criação de 15 centros de tratamento de resíduos. Espera-se que, no Verão, a missão do grupo esteja concluída.


Os voluntários estão trabalhando ainda junto ao governo nepalês para emitir sanções mais severas para quem poluir a montanha. Apesar dos receios de que os turistas continuem a destruir o Everest e as áreas circundantes, milhares de habitantes dependem ainda desse impulso econômico.


Mais uma vez, a manutenção de um bem natural depende exclusivamente dos homens e suas ações.

Fonte: iBahia
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Franklin Oliveira

Técnico em Meio Ambiente, Gestor Ambiental, Consultor Ambiental Autônomo, Auditor Interno de Sistema de Gestão Integrado nas normas ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, atua na elaboração, implementação e acompanhamento de projetos e programas ambientais voltados à sustentabilidade, educação ambiental, impactos ambientais, gestão de riscos ambientais e gerenciamento de resíduos sólidos.

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